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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Desmitificando

O tema de desmitificação nos próximos dias vai ser o Islão e os mitos que sobre ele são criados pelos média sionistas e pelos activistas e seus crentes que erguem bandeiras de "ameaça islâmica". Para mim e para quem estuda o tema, os inimigos do Ocidente são o Sionismo e o materialismo, que esvaziaram e enfraqueceram a cultura europeia, suas instituições e autoridade, tornando-a terreno profícuo à invasão de culturas estranhas e respectiva assimilação.--------------------------------------------------------------------- Mitos sobre o Islão - A excisão feminina ou mutilação genital feminina : Há o mito entre ocidentais, mas também em certas comunidades muçulmanas devido a falta de conhecimento do Corão,que esta prática seja islâmica. O que é completamente falso, pois, por um lado em nada está fundamentada religiosamente - no Corão nada vem a mencioná-la como preceito -, por outro, esta prática não é adoptada nos países onde a Sharia é fortemente estudada. É de salientar também que a mutilação genital é adoptada também quer por cristãos quer por animistas, com raízes em certas culturas tribais. Tanto lideres religiosos muçulmanos como cristãos costumam opor-se de modo firme à excisão.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A ASAE internacional da linguagem e de como eu detesto a paneleirice Jaguar


Que a liberdade de expressão sempre foi uma tanga que aqueles mais atreitos a actividades de policiamento nos impingiram não é novidade nenhuma para ninguém. Que a patrulha do politicamente correcto agora se tenha imiscuído entre as marcas de luxo e que o mérito desportivo passou para segundo plano para aqueles que deviam ter como preocupação servir os clientes em vez de se importunarem com mariquices, é que começa a ser nojento.
E se se deixassem todos de paneleirices?!

domingo, 5 de setembro de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dia do Trabalhador e os excluídos do mito


A comemoração do Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador, embora legal desde 1974 após a Revolução dos Cravos, continua condicionada e agrilhoada àqueles que fazem dos "direitos do trabalhador" uma profissão. A limitação das comemorações, das reivindicações e de qualquer discussão laboral às áreas reservadas de CGTP e UGT tem impedido o aprofundamento e análise dos problemas relacionados com o Trabalho e o seu alargamento aos trabalhadores que não têm o PRIVILÉGIO de pertencer a um sindicato com poder de paralisação.

O Trabalho era por si só um valor moral no anterior regime e assim deveria continuar. Tornou-se uma coutada de uns tantos sindicatos que aproveitaram o poder de paralisação como trunfo reivindicatório e destituíram de valor e ignoraram outras profissões que sustentam tantas famílias no nosso país, como por exemplo as actividades ligadas ao comércio, aos pequenos empresários, aos trabalhadores da indústria hoteleira e turismo, ao trabalho criativo e intelectual e por aí adiante.


O Dia do Trabalhador pouco diz a estes sectores mencionados, pois na maioria dos casos nesse próprio dia eles têm de estar a trabalhar para providenciar o próprio sustento. E muito menos podem recorrer – nem tampouco equacionar – a esse tal de "direito à greve". Seja em época de crise, ou de semicrise ou de pseudocrise.


Enquanto os Portugueses não se unirem em novas plataformas de luta, seja esta política, associativa, profissional, ou outra, e não puserem em causa a actual ditadura sindical, formatada num bolchevismo apreendido à pressão, o Dia do Trabalhador continuará a pertencer aos privilegiados de Abril. São sempre os mesmos e o ruído que fazem pretende abafar e atirar areia para os olhos de quem nada beneficia com suas insensatas reivindicações. O mundo mudou, eles próprios acabaram por mudar o mundo, no entanto o "Trabalhador" continua a ser a caricatura que se pretende heroicizar em ilustrações provenientes de almanaques e compêndios soviéticos dos anos 20. Assim, na hora de os governos deste "cantão" entrarem em contacto com os supostos "parceiros sociais", são eles a ter papel activo que anula as restantes vozes, que se calaram há décadas ou nunca sequer tiveram oportunidade de falar. Será culpa deles? Não, mais uma vez a culpa é nossa.

sábado, 10 de abril de 2010

O acto de dar, para lá da moral do costume

Sou dador de sangue. Nada faço de extraordinário neste acto. Mas é melhor sê-lo do que não o ser, pois nada custa, o tempo que se perde não é significativo e as dádivas podem fazer mesmo muita diferença. As contrapartidas não representam nenhuma vantagem de grande monta nem têm de representar.
Há quem defenda que as dádivas de sangue e de órgãos deviam ser pagas, à semelhança do que acontece em certos estados. Justificam o argumento dizendo que deste modo estas seriam mais frequentes e assim não haveria falta nem de uma coisa nem de outra, uma vez que os dadores teriam o chamariz da compensação financeira. Não me indigna esta tese, mas acho que está errada na sua fundamentação, em especial no que toca ao sangue. O chamariz da compensação financeira é real, mas trata-se de um estímulo que nem sempre gera as mesmas respostas. As pessoas que estivessem em situação de dificuldade financeira, decerto aproveitariam este recurso, ainda que esporádico. Daqui não viria mal ao mundo. Contudo, a situação de tão habitual e óbvia daria origem a um estigma. Quem vai dar sangue está a precisar de dinheiro, ou é pobre ou está teso. É fácil imaginar frases que seriam lugares comuns: "Vais dar sangue. Estás teso?"; "Tornou-se dador, hmmm... anda mal de guito..."; "Ir dar sangue, para quê, já andam lá os pobrezinhos todos a dá-lo." A dádiva perderia a qualidade que lhe é inerente e por si só constitui um estímulo: o de dar. O acto de dar em algumas sociedades e em alguns indivíduos confere determinado estatuto - pelo menos, o de alguém que pode de abdicar de algo em favor do outro, o papel contributivo e voluntário. É certo que se fosse a pagar e quem quisesse dar não ficaria impedido de o fazer. Porém, o acto estaria destituído do seu significado essencial e conotado com outro precisamente inverso. Isto para muitos seria um factor que os demoveria.
A doação, a dádiva, o contributo sem contrapartida constitui uma acção com algum peso na sociedade civil e nos mercados, e com um impacto micro-económico a ter em conta. Tudo isto, independentemente de preceitos morais. O acto em si tem um significado e pode constituir um estímulo. Quando certas ideias ignoram esses significado e estímulo não fazem ideia do efeito contrário que sua concretização poderá ter.

sábado, 12 de dezembro de 2009

O Natal de hoje


Não me cabe a mim nem a ninguém fazer julgamentos morais sobre as crenças e descrenças das pessoas. No entanto, não é difícil constatar o facto de que os eventos e festividades com grande impacto social e cultural, tais como Natal, Páscoa, etc. têm uma origem religiosa. Contudo, o seu significado religioso perdeu-se numa massa amorfa, agnóstica e materialista. Daí que a vivência de tais festividades tenha adquirido o carácter dominante da cultura de massas dos dias de hoje: o comércio, o culto da posse dos objectos de desejo temporário e a ostentação de uma imagem de prosperidade e de poder.

Assim, pode ser que o humilde mas politicamente incorrecto presépio dê lugar a frondosas e ecológicas árvores de Natal. Pode ser que deste modo esqueçamos de vez a incómoda origem religiosa e nesse caso, as laicos e as laicas deste mundo não tenham tantos problemas de consciência na hora de gozar o feriado e de receber o subsídio respeitante.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Debafo à laia de desafago ou de como aqui o tasqueiro arrota sua ignorância nessas coisas herméticas dos númaros...

Que importa a economia, mais o respectivo nobel, mais os respectivos sistemas se tudo o resto estiver falido? Pouco importa o sistema económico, se é mais liberal ou mais socialista ou mais do raio que o parta se ele for inserido numa sociedade sem ética, sem moral e muito menos amor próprio e respeito pelos demais.
Por isso mesmo, perdoem-me a expressão, quero que se foda quem é o próximo nobel da Economia, mais quem o apoia ou o detracta e muito mais quem pensa que é na economia que está o cerne da mudança de qualquer sociedade.