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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Em nome do progresso!

A Federação Socialista dos Estados Europeus, vulgo União Europeia, deu mais um passo determinante na disseminação do progresso. Mostrou que um dos seus órgãos, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, está ali para mostrar e salientar o poder efectivo e coercivo da dita União nas soberanias que tiveram a felicidade de a compor. Poder este que é aplicável, evidentemente, no plano judicial, com repercussões e intenções sociais e culturais bem delineadas.
O progressismo universalista que caracteriza a UE mostra assim que o seu papel não é apenas orientador ou quanto muito manipulativo. Ela tem prerrogativas de autoridade coerciva e intrusiva que fariam inveja a tantos poderes de outrora, cujo papel na história já foi mais do que dissecado.
Por outro lado, a limpeza cultural e religiosa da coligação de circunstância ateísta-islâmica está a começar a colher frutos importantes, cujas armas são por demais conhecidas e de novo pouco possuem: a denúncia pura e simples, sustentada numa legislação proibicionista e adversa a especificidades culturais e/ou locais que se desviem da cultura do poder vigente.
Temos novo Império Otomano prestes a mostrar sua glória, com a Laica de um lado e Maomé do outro. Resta saber por quanto tempo eles se predispurão a dividir o poder e Maomé não envia a Laica em novo Sputnik para Nenhures... Para completar o ramalhete, a história repete-see mais uma vez no que toca ao papel que os progressistas são exímios a desempenhar, muito apreciado pelos antigos sovietes: o de idiotas úteis.
E assim vão as glórias do Mundo.

sábado, 3 de outubro de 2009

Mais um triunfo dos porcos

Num referendo de encomenda federalista, a Europa deu mais um passo em frente rumo ao abismo. O Tratado de Lisboa é uma tentativa burocrática e ardilosa de aniquilar a liberdade e a genuinidade da Europa. Depois disto é esperar apenas um Reichstag islamizado que já tem vindo a ser progressivamente construído e defendido.