Momentos eternos de locais e memórias que nunca desaparecem.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
Tema dominical
"... I see the green earth covered with the works of man or with the ruins of men’s work. The pyramids weigh down the earth, the tower of Babel has pierced the sky, the lovely temples and the gray castles have fallen into ruins. But of all those things which hands have built, what hasn’t fallen nor ever will fall? Dear friends, throw away the trowel and mortarboard! Throw your masons’ aprons over your heads and lie down to build dreams! What are temples of stone and clay to the soul? Learn to build eternal mansions of dreams and visions!”
Selma Lagerlöf, Gösta Berling's Saga
sábado, 8 de junho de 2013
Podia ser um hino...
We don't know or care who's to blame
But we know that whoever holds the reins
Nothing will change
Our cause has gone insane
And these wars, they can't be won
And these wars, they can't be won
And do you want them to go on
And on and on
Why split these states
When there can be only one?
And must we do as we're told?
Must we do as we're told?
You and me fall in line
To be punished for unproven crimes!
And we know that there is no one we can trust;
Our ancient heroes, they are turning to dust! [...]
United States of Eurasia - Muse
quarta-feira, 29 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Café Cinema: "Blade Runner", Ridley Scott
I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion.
I watched c-beams glitter in the dark near the Tannhäuser Gate. All those moments will be lost in time, like tears in rain. Time to die.
O solilóquio mais belo da história do cinema. Nunca foi escrito nem programado, mas sim improvisado por Rutger Hauer.
Café cinema: "Once upon a time in the West" de Sergio Leone
Uma linha ferroviária desbrava o Velho Oeste trazendo o propalado progresso, assim como chorudos lucros para muitos. Mas o Velho Oeste é bravo de desbravar, muito sangue há-de correr, as ambições e as paixões animalescas humanas não apagam memórias antigas, que clamam por justiça e vingança, que ambas andam e andarão de mãos dadas.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
"Hereafter" de Clint Eastwood - cena final
A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro nessa vida
Vinícius de Moraes
sexta-feira, 5 de abril de 2013
POEMA ÍNTIMO
II.– Vivamos en el mundo.
Pero tengamos nuestro mundo aparte
en un rincón del alma.
Pero tengamos nuestro mundo aparte
en un rincón del alma.
Un mundo nuestro
donde tus horas y mis horas pasen
íntimamente, luminosamente
sin que nos turbe nadie.
donde tus horas y mis horas pasen
íntimamente, luminosamente
sin que nos turbe nadie.
José Antonio Primo de Rivera
sexta-feira, 29 de março de 2013
O caminho
Bushido is
realised in the presence of death. In the case of having to choose between life
and death you should choose death. There is no other reasoning. Move on with
determination. To say dying without attaining ones aim is a foolish sacrifice of
life is the flippant attitude of the sophisticates in the Kamigata area. In such
a case it is difficult to make the right judgment. No one longs for death. We
can speculate on whatever we like. But if we live without having attaining that
aim, we are cowards. This is an important point and the correct path of the
Samurai. When we calmly think of death morning and evening and are in despair,
We are able to gain freedom in the way of the Samurai. Only then can we fulfill
our duty without making mistakes in life.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Do livro "Lágrimas ancoradas à sombra do amor", 1963
Onde a Noite morreu O Dia surgiu E rompeu A virgem floresta da escuridão Com a loura luz de um sol pagão Em azul céu! Quando a poesia amanheceu A madrugada sorriu Nas indecisões cínzeas, róseas e violetas, E nas lágrimas que verteu Com os poetas! Onde a noite morreu E a madrugada sorriu E a poesia amanheceu Onde o dia surgiu Houve o nascer de um mundo
Rodrigo Emílio - AS MINHAS MADRUGADAS
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Café poesia
Como asas sem pássaro,
As horas sem relógio
Na Noite medida,
— Enterram o Tempo!...
— Enterram a Vida!
No Tempo dividida,
Até ao corte
A que A desloco,
— Vida,
Que és a Morte
A pouco e pouco...
Que corres, corres,
E me percorres com datas
De luto,
E morres e matas
Em cada minuto…
E, ao perpassares
Mares de saudade
Pelo mundo,
— A deixares toda a verdade
Da Tua eternidade
De segundo!...
Rodrigo Emílio - As lágrimas ancoradas à sombra do amor, 1961
sábado, 25 de agosto de 2012
Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana vai morrer, com grande esforço metálico a semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e, antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais.
Domingo de manhã também é a rosa da semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
Texto extraído do livro "Para não Esquecer", Editora Siciliano - São Paulo, 1992.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
FILHO PRÓDIGO
quarta-feira, 28 de março de 2012
Rodrigo Emílio, para sempre!
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Rodrigo Emílio, presente!
EPÍGRAFE
Sempre que a Pátria decreta
Vem-nos de Deus o recado
- E veste-se cada poeta
De soldado.
Sempre que a Pátria decreta
Vem-nos de Deus o recado
- E veste-se cada poeta
De soldado.
domingo, 31 de julho de 2011
"Contigo abraço a distância"
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sábado, 30 de julho de 2011
"Muito para ti"
Muito para Ti (e até às lágrimas, às lágrimas… — aqui e agora ancoradas) — a bruma e o adeus de um excesso de alma que, por excesso, dentro em mim não cabe, e de mim transborda sempre em lágrimas ou poemas (que são lágrimas, também: posto que lágrimas rimadas…). Rodrigo Emílio |
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