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sábado, 5 de outubro de 2013

A título póstumo...


Mais uma efeméride com um número meio redondinho, 860 anos de idade, serve para lembrar aquilo que há muito foi esquecido. A idade de um país e respectiva data de nascimento, a partir da qual muitos haviam de perder sangue a defendê-lo e muito já havia corrido para o fazer nascer.
É impossível deixar de sentir aquela impressão de um defunto que faria anos. Reze-se, portanto, uma missa a preceito em homenagem àqueles que em tempos idos exploraram terras e oceanos de lés a lés. E onde havia negritude e selvajaria, ergueram igrejas, dando pão e educação.
Mas também àqueles que na sua data de nascimento apenas se lembravam de uma coisa chamada Implantação da República; àqueles que nos manuais actuais de História ensinam seus ditosos filhos a sentirem-se culpados por causa de navios negreiros e tráfegos de escravos e expulsão de judeus, como que a querer mantê-los reféns de um passado urdido na versão da "mente" doente e nojenta da modernidade progressista.
Já diz a voz do povo: cada um tem o que merece.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cem anos de solidão

Num mundo em que a liberdade de expressão é condicionada e muitas mentiras generalizadas por cânones com limites e interesses bem definidos, nada impede e tudo favorece o sucesso do acto de recordar e homenagear, por esta data, a Carbonária.
Num mundo em que nos despem nos aeroportos e devassam nossa privacidade, dia a dia, em nome da segurança, a organização terrorista e criminosa, que planeou com todo o tempo e todos os meios o assassinato de um homem, uma mulher e um jovem indefesos e cobardemente assassinados à queima-roupa, continua a merecer a complacência e a homenagem indolente e ignorante pautada por comemorações "centenárias" e pela permissividade de uma opinião pública ignorante, a quem impingiram uma história criteriosamente deturpada. As tais comemorações "pela democracia" que celebram um regime que se limitou a usurpar o poder pela força e pelo derramamento de sangue sem nunca ter sido escrutinado.
O centenário celebrado pela dita República é o centenário mais silencioso, opressivo, miserável e mais funesto de toda a História de Portugal. E, ao contrário de muitos outros países bem próximos, não foram os períodos da Grande Depressão nem da II Grande Guerra os maiores responsáveis por este triste facto nem pelo nojo que é hoje o nosso País.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia que já foi da Raça, de Camões e da Nacionalidade...

... hoje é um feriado mais para as... comodidades.

Onde resta aconselhar, à semelhança de uma outrora monarquia liberal:

- Foge cão que te dão condecoração!

- Para onde se nem eles sabem por onde vão!

São guiados pela mera cleptocracia, neste arraial

em que se tornou a República centenária,

no cantinho onde reduziram Portugal.

sábado, 24 de abril de 2010

Não queremos que vos falte nada


Os órgãos oficiais do regime – sejam quais forem, estão tão fétidos como o dito – este ano, por ser pá gente, estão a promover um dois em um. República e democracia, assim tudo juntinho, num coquetel de jana à portuga, com a cereja no topo do... bolo graças ao redondinho arredondado do número cem da famigerada República.
Como aqui no café não queremos que vos falte nada, pois tendes, em conjunto, conseguido as mais variadas e inenarráveis proezas e quase estais a conseguir pôr o país na bancarrota, não obstante termos os gestores públicos mais bem pagos do mundo, aqui vos dedicamos a homenagem que mereceis, a qual estamos convictos que a maioria do vosso amado povo, pelo tanto que lhes tendes roubado... perdão dado e estupidificado... perdão maravilhado com vossas prendas, partilha espontaneamente.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Estudemos a Monarquia do Norte

Para que a história contemporânea do Porto não fique circunscrita ao propalado 31 de Janeiro, para que se desmitifique os clichês republicanistas que envolvem a Invicta e o Norte do país e se faça um pouco de História sobre um episódio da I República com o Porto e o Norte como palcos principais, foi criado A Monarquia do Norte.
Também se trata de uma homenagem a um grupo de homens, cujo carácter e abnegação infelizmente vejo extintos nos dias de hoje, que tentou regenerar o País e pôr termo à decadência e miséria que caracterizaram a I República no ano em que se celebra (assim mesmo sem aspas e com muita pompa e curcunstância) o seu Centenário.