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sábado, 5 de outubro de 2013

A título póstumo...


Mais uma efeméride com um número meio redondinho, 860 anos de idade, serve para lembrar aquilo que há muito foi esquecido. A idade de um país e respectiva data de nascimento, a partir da qual muitos haviam de perder sangue a defendê-lo e muito já havia corrido para o fazer nascer.
É impossível deixar de sentir aquela impressão de um defunto que faria anos. Reze-se, portanto, uma missa a preceito em homenagem àqueles que em tempos idos exploraram terras e oceanos de lés a lés. E onde havia negritude e selvajaria, ergueram igrejas, dando pão e educação.
Mas também àqueles que na sua data de nascimento apenas se lembravam de uma coisa chamada Implantação da República; àqueles que nos manuais actuais de História ensinam seus ditosos filhos a sentirem-se culpados por causa de navios negreiros e tráfegos de escravos e expulsão de judeus, como que a querer mantê-los reféns de um passado urdido na versão da "mente" doente e nojenta da modernidade progressista.
Já diz a voz do povo: cada um tem o que merece.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Desmitificando

O tema de desmitificação nos próximos dias vai ser o Islão e os mitos que sobre ele são criados pelos média sionistas e pelos activistas e seus crentes que erguem bandeiras de "ameaça islâmica". Para mim e para quem estuda o tema, os inimigos do Ocidente são o Sionismo e o materialismo, que esvaziaram e enfraqueceram a cultura europeia, suas instituições e autoridade, tornando-a terreno profícuo à invasão de culturas estranhas e respectiva assimilação.--------------------------------------------------------------------- Mitos sobre o Islão - A excisão feminina ou mutilação genital feminina : Há o mito entre ocidentais, mas também em certas comunidades muçulmanas devido a falta de conhecimento do Corão,que esta prática seja islâmica. O que é completamente falso, pois, por um lado em nada está fundamentada religiosamente - no Corão nada vem a mencioná-la como preceito -, por outro, esta prática não é adoptada nos países onde a Sharia é fortemente estudada. É de salientar também que a mutilação genital é adoptada também quer por cristãos quer por animistas, com raízes em certas culturas tribais. Tanto lideres religiosos muçulmanos como cristãos costumam opor-se de modo firme à excisão.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Putrefacção e decomposição em curso, parte II

"Je crois nécessaire de me sacrifier pour rompre la léthargie qui nous accable. J’offre ce qui me reste de vie dans une intention de protestation et de fondation. Je choisis un lieu hautement symbolique, la cathédrale Notre Dame de Paris que je respecte et admire, elle qui fut édifiée par le génie de mes aïeux sur des lieux de cultes plus anciens, rappelant nos origines immémoriales."


É pena que a propósito da chusma de vermes, anormais e escroques que, de modo geral, constituem a classe política europeia e as associações dos direitos de minorias surja a morte voluntária de Homem de valor raro. E que o voluntarismo da sua morte sublinhe esse mesmo valor. Tudo devido a um mundo em putrefacção rápida.

domingo, 31 de março de 2013

Léon Degrelle (15 Junho 1906 – 31 Março 1994)

Q- How has your life been since the war?
A- I spend my time writing about the war and meeting old friends, and now making new ones. I think that people need to understand that there is always another side to a story. If people in your country had suffered the loss of their families due to a political party that was in conflict with your beliefs, then many of your countrymen may find themselves on the other side. Your American Civil War is a prime example.
Q- What do you see yourself doing for the rest of your life?
Hopefully still writing, as long as my mind is sharp and I can see; always reading books, and wondering at the great changes that have taken place in my lifetime. The collapse of Communism in Europe has proven that we were right; we just needed validation, and now we have it. I think that what we may write is important, but the history as it unfolds will prove who was right, and who was wrong. I never believed in the purging of Jews and civilians in general, and that was not my war. My war was to fight for my country, which would have been an independent partner of Germany in a Communist free Europe. This is only now a reality, but we fought for it fifty years ago all the same.
http://forum.axishistory.com/viewtopic.php?f=51&t=119057


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Aristides de Sousa Mendes, questões que coloco aos mitómanos do costume

E temos mais um mito do propalado Holocausto, desta vez de nacionalidade portuguesa, oba, oba, oba, ena!
Não sei como é que ainda ninguém questionou coisa que a mim me faz imensa confusão. Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches, oriundo de uma família das mais puras linhagens, não faltando a tão útil e polidora costela judaica proveniente das mais ilustres famílias - Ben Bakar -, com origem
 no rei David, foi farto em descendência pois foi pai de 14 filhos. Em tão farta prole e em tão conceituado meio devia haver laços de solidariedade e entreajuda, certo?
Ora, uma das mais emblemáticas ideias-chave apregoadas pelos que divulgam a história a Sousa Mendes é o facto de este "ter morrido na miséria". E assim é repetido neste agora realizado filme de um fulano qualquer do cinema português.´
Como raio uma família de tão ilustre linhagem e com ligações a tão importante ascendência judaica deixa um dos seus elementos, que supostamente salvou milhares da mesma raça, "morrer na miséria"? Como é que mais de uma dezena de filhos (já tomando em consideração que alguns dos 14 poderão ter morrido prematuramente) não zelam pelo bem-estar do pai?
A ser verdade que Sousa Mendes foi o benemérito que foi, facto que é posto em causa pela historiografia não convencional, fica assim demonstrado que os destinatários da sua suposta generosidade temerária não foram dignos merecedores da mesma.

domingo, 4 de novembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

Mestre Dugin

Aleksandr Dugin

O Conservadorismo revolucionário: perpétua actualidade

O conservadorismo tradicional: fracasso, erigido em valor

[...]
Assim nasceram os primeiros traços da especial versão do conservadorismo, os quais foram em conjunto designados pelo eslavófilo Samarin “conservadorismo revolucionário”. A princípio dizia-se que o campo conservador devia ser mais radical nos seus actos, e antepor-se ao discurso dos “nihilistas” e dos “derrubadores de princípios”, imitando deles o radicalismo e o atrevimento na realização dos seus objectivos, e o maquiavelismo das tecnologias subversivas. Nos anos 20 este maior desenvolvimento no campo conservador generalizou-se e começou a ser chamado “Revolução Conservadora”, tomando para si através de Tomas Mann o termo do eslavófilo russo. Na Alemanha o movimento também assim se chamou “Revolução Conservadora”, porém, no meio russo foi designado de “eurasianismo”.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

28 de Maio sempre!


O poder de regeneração de uma pátria depende da vontade de bravos homens, que arrisquem a vida por ela.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

88



Não é idolatria por um Deus. Não é o desejo de líder absoluto. Não são cenas mal resolvidas de psicologia quanto à figura paterna.
É o respeito por alguém que no seu tempo e no seu lugar lutou e fez erguer o seu povo contra venenos externos e internos.
Pouco nos deve importar que muitos que invoquem seu nome nos dias de hoje estejam inteiramente equivocados, sejam os apologistas ou os acérrimos inimigos (estes em esmagadora maioria). Uns e outros carecem de leitura, de estudo e de liberdade e capacidade de raciocínio - com a falta destas ignoram antecedentes e outros factores essenciais que fizeram nascer e desenvolver o Nacional Socialismo. Mas pouco importa, pois os venenos contra os quais AH lutou continuam infelizmente vivos e a destruir o nosso mundo. A sua memória, a sua obras e, também!, os seus erros, analisados de modo imparcial e independente, devem permanecer na mente de quem pretende ser Nacionalista.

Há um ano aqui no Café

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Efeméride


30 de Janeiro de 1933. A vontade de uma nação renascer das cinzas e da lama onde a tinham atolado concretizou-se nas... urnas de voto. Será isto repetível?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Regresso em ano desditoso envolto em fumaça e aventais

O café volta a reabrir no início do ano dito desditoso, de todas as crises e contrariedades.
Parece que a palavra Maçonaria entrou nas bocas do mundo e já chegou às conversas de café a fazer companhia às coisas da bola. Pois dizem que ela controla tudo e mais alguma coisa e grandes maroscas lá se engendram. Talvez seja mais ou menos isso. Mas, afinal, que se poderia esperar de um clube semi-secreto, que nem colhões teve para ser abertamente elitista e militarizado, que como objectivo apregoou desde sempre, na sua actividade especulativa, a Tolerância e o Racionalismo, sucedendo-se pouco depois as propaladas "Liberdade, Fraternidade e Igualdade"?
Pois aquilo que começou por uma momice de um protestante inglês foi, gradualmente, sendo visto como um figo pelas elites judaicas, com projectos bem prometedores para a ainda inóspita Europa pós-Contra-Reforma.
Tudo o resto, é só apreciar os frutos...
A ler aqui, neste nos números seguintes do Boletim Evoliano mais literatura sobre o tema.

sábado, 30 de abril de 2011

Dia do Trabalhador e as falácias da "modernidade"

O Dia do Trabalhador hoje é mais um anacronismo histórico como qualquer outro. O "trabalhador" de hoje já não é mais o operário que pretende ver seu número de horas reduzido para oito, tais como os da longínqua revolta de Haymarket, mas sim um "colaborador" que, pelo contrário, precisa de trabalhar o máximo de horas possível para poder manter a cabeça à tona de água. Depois há os restantes: uma "fidalguia" de parasitas que vai desde os beneficiários do RSI e subsídios afins até à classe dirigente com altas prebendas e honorários pagos pelo Erário. Pelo meio, sobraram alguns privilegiados que conseguiram seu ingresso em empresas públicas e administração estatal, os quais caíram nas boas graças dos sindicatos devido ao seu poder de paralisação.
Os "colaboradores" não são mais do que "metecos" que pagam com seus impostos todas as desventuras da democracia de Abril, no caso português. Um pouco por todo o lado, todos eles são isentos de consciência de classe, porque desde logo foram desenraizados e taxados de "burgueses" e "classe média", sem poder reivindicativo nem representação política ou cívica, vão-se aguentando mal ou bem, seja a título de "profissionais liberais" ou "trabalhadores por conta d'outrém" ou "prestadores de serviços".
Desde cedo, capitalismo e socialismo se aperceberam dos "monstros" de proletarização que criaram e dos problemas subsequentes. Os problemas e respectivas consequências agradaram e alimentaram o Socialismo e seus aparelhos: sindicatos, partidos comunistas, associações progressistas disto e daquilo e daqueloutro. As "soluções" provisórias agradaram ao Capitalismo, pois estas passaram pelo fortalecimento da banca e seus subordinados que, com injecções de capital, iam "resolvendo" as alhadas criadas pelo "monstro" proletário e pelas guerras internas e externas que entretanto, inevitavelmente, surgiram.
Neste contexto, todas as alternativas foram sabotadas. Instituições que tentaram criar uma ética para a pocilga, criar regras ao regabofe e empreendimentos de origem cooperativa foram atacados e torpedeados por ambos os lados beneficiários do sistema: socialistas, por um lado, mais seu exército de escravos; capitalistas, por outro, e respectivo núcleo execrável de usurários, vendedores de dinheiro sedentos de miséria e de vício para ter maior encaixe para seus "financiamentos" e aplicações financeiras de intrujice.
Com alguma facilidade, os biltres, hoje, riem-se das Encíclicas papais, suspirando de alívio pela pouca divulgação e atenção que estas tiveram. Uns apelam à selva guiada pela "Mão Invisível" e outros o regresso e/ou fortalecimento de um aparelho estatal que garanta centralizar toda a riqueza e produtividade gerada e assim alimentar o Leviatão com toda a pompa e em toda a circunstância.
Como a mentira não pode durar para sempre, o "sistema" está a dar o estouro - colapso financeiro dos inventores de ratings e de taxas de juro e o desaparecimento de recursos para alimentar uma população envelhecida e não produtiva, cujas causas se prendem nas invenções do progressismo, destruidor da família e da Vida Humana. Socialismo e capitalismo serão recordados pelas gerações futuras -se as houver - como os rostos da decadência da raça humana e a pior fase da sua História. 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

António de Oliveira Salazar (28.04.1889-27.07.1970)


«Instrução aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o essencial».

«Portugal nasceu à sombra da Igreja e a religião católica foi desde o começo elemento formativo da alma da Nação e traço dominante do carácter do povo português».
«Vós pensais nos vossos filhos, eu penso nos filhos de todos vós».

domingo, 5 de setembro de 2010

Ronald Reagan- "Tear Down This Wall"

Nos dias de hoje ainda alguns muros há para derrubar erguidos pelo medo, pela miséria mental mas também pela, por vezes legítima, defesa territorial.

domingo, 6 de junho de 2010

Premências prementes e deprimentes


Não entendo o apoquentamento de muita direita em ter candidato para as eleicinhas presidenciais. As limitadas funções do Presidente da República estão longe de justificar o sufrágio directo universal e devia a direita era trazer de novo a lume a questão do Colégio Eleitoral, em vez de querer estar em todas.
Já a questão da Monarquia, embora não deva ser vista como objectivo a curto prazo, desvia grande parte deste sector político para a respectiva causa.
Enquanto isso, o regime vai-se comprometendo a si próprio, a eterna característica da Esquerda. É apenas aguardar o eterno retorno da História...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Portugal, 28 de Maio


Das ruínas resta a esperança de nos erguermos. O 28 de Maio foi um exemplo que os nossos antepassados nos deram.

Recordemos, sem preconceitos, os objectivos do Estado Novo!

Procuremos abastrair-nos do culto da personalidade de personalidades que já morreram. Não podemos fazer renascer quem já partiu. É em cada um de nós que pode ser construído o futuro de Portugal!


Com a devida vénia ao Reverentia Lusa