Para Paulo Portas, a solução para qualquer problema passa por subsídios:
Portas defende aumento do subsídio para casais desempregados
CDS-PP, que requereu um debate de urgência sobre os apoios da União Europeia para o sector agrícola português.
E assim anda a oposição à direita do Governo.
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
"Não é um sinal de modernidade a dissolução progressiva dos laços familiares", diz Cavaco Silva.
Tem toda a razão o PR. Pena que no seu tempo nada tenha feito em defesa da instituição família. Assim, o caminho ficou aberto para a dissolução da família e dos valores que lhe são inerentes pela canalha progressista que se lhe seguiu. Quando "Inês é morta", falar o óbvio é tão ou mais inútil do que pregar aos peixes.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Apreço
Muito obrigado a João Marchante pela simpática menção que fez aqui ao Café no seu espaço, Eternas Saudades do Futuro, o qual eu muito prezo e que actualmente tem tido a minha visita diária.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Oh Diabo!...
Finalmente aqui moi même não vai ter desculpa para não ler um grande mafarrico inimigo de sempre dos poderes instituídos.
domingo, 25 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Homo progressistus
Depois do Super-homem de Nietsche, e do "homem novo" do fascismo e do comunismo, eis um novo modelo de "hominídeo" criado pelo regime neo-socialista, comunicado pela respectiva imprensa "não-oficial" mas de muita afeição:
O admirável homem novo
Perfuma-se, depila-se, trata dos filhos e das rugas, mostra os sentimentos em público e sente-se acossado pelas investidas delas - é o homem do século XXI, à procura de um modelo de masculinidade alternativo aos dos nossos pais e avós.
Perfuma-se, depila-se, trata dos filhos e das rugas, mostra os sentimentos em público e sente-se acossado pelas investidas delas - é o homem do século XXI, à procura de um modelo de masculinidade alternativo aos dos nossos pais e avós.
Cada época tem os homens que merece, resta saber se e até quando podem classificar-se como tal.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Yes, o leitor pode!

Aqui o tasco não ficou indiferente a esse grande evento universal que é a tomada de posse do, já, Presidente dos Estados Unidos da América e por isso arranjou um modo de contribuir em conjunto com os estimados leitores para que o recém-empossado presidente tenha um discurso de feição com a grandeza do cargo que assume.
Aqui está o site com o respectivo mecanismo para elaborar um discurso pleno de grandeza e de bons augúrios ao novo chefe de Estado da nação americana.
Contribuam e façam-se cidadãos do mundo. Yes, we can!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Questiono-me se...
... A razão de alguns doutos opinadores tanto falarem de capitalismo selvagem e o culparem da propalada crise, não será por eles quererem capitalismo, sim, mas no zoo da quinta deles, adestrado, manipulado a la carte, de forma a não doer muito nem a dar origem a muito barulho por parte de quem paga todos os regimes - o Zé? De preferência com muito mel e chantily e se calhar vaselina para o papá-Estado o poder encatrafiar no cu de quem lhe convém e lá ir buscar boa colheita sob a forma de financiamentos eleitorais, tachos diversos em época de travessia no deserto político, e prebendas variadas.
... A regulação genuína e mais eficaz de sempre nunca foi mais do que uma ética proveniente do carácter e da formação moral dos intervenientes negociais. Por exemplo, antes de haver contratos colectivos de trabalho, ou o sindicalismo de sarjeta que rege actualmente o Trabalho deste país, os parceiros sociais não se desgastavam em guerras mesquinhas e nefastas para a economia e sociedade da nossa Nação. A qual já teve Trabalho, sim. Cujos agentes tinham compensação pelo mérito no seu desempenho e esforço, com todas as profissões dignificadas e os mesteres briosos na sua "arte".
... Um dos factores principais a alimentar as diversas crises não terá sido a criação da ilusão de que tudo se conquista sem esforço, à custa de subsídios, de créditos, de impunidade de quem prevarica. Em conjugação com a cagança e pujança vã da gestão danosa fruto de mentalidade novo-riquista de criar cargos executivos à tripa-forra. Da constante improdutividade proveniente da vaidade, impreparação e inépcia próprias de quem foi ensinado em casa e no seu meio que viver bem é apenas ver carros azeiteiro-desportivos à sua frente e passar férias a torrar dinheiro nas Maldivas.
Mas eu nada sei e apenas questiono o que muitos outros antes de mim questionaram. Quem souber que mo diga.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Ofendidos com a verdade?
Afinal, que disse de novo o Cardeal Patriarca de Lisboa? Que disse de mentira?
Assim, foi algum pecado o que disse? Não cumpriu ele uma obrigação não apenas cristã como de cidadania?
Não foi à toa que ele falou no casamento com mulheres cristãs e não com homens cristãos - com raparigas muçulmanas, como é evidente. Porém, também se conhecem casos bem encrencados quanto a estes últimos. Um deles, há mais de dez anos, entre um português e uma síria deu origem inclusive ao rapto da filha menor do casal.
Mas a trupe politicamente correcta mais os cavalos de Tróia que por cá já deitam faladura já veio latir os discursos e indignações costumeiras. Enquanto não surgirem os ataques epilépticos que por vezes se assistem em outras comunidades em casos semelhantes, parece que já estamos com alguma sorte.
Ao Cardeal-Patriarca eu declaro meu apoio e apelo para que nunca abdique de sua liberdade de expressão.
domingo, 11 de janeiro de 2009
Tema dominical da semana - do mês, do ano...
Agostinho da Silva in Conversas Vadias, RTP, 1990. Entrevista com o jornalista Adelino Gomes
Tão esquecido anda um dos homens mais revolucionários e proféticos do século XX. Ponho ênfase nesta entrevista àquilo que é a antítese do revolucionário da esquerdalha, quando ele diz que o "o capitalismo é o únco meio de chegar à verdadeira utopia; à ausência da economia; em comunhão com Deus ou, melhor, a voz do Universo; quando houver tudo para todos. Pois o verdadeiro revolucionário é o conservador do século XIII". Pessoalmente acho que anarquia de Agostinho e de tantos outros uma utopia irrealizável, mas eles sim é que representam a verdadeira utopia e nunca os discípulos de Marx, Engels, Trotsky, etc.
E essa utopia é saborosíssima de beber quanto mais chegamos à conclusão de que ela não é para o nosso tempo.
Tão esquecido anda um dos homens mais revolucionários e proféticos do século XX. Ponho ênfase nesta entrevista àquilo que é a antítese do revolucionário da esquerdalha, quando ele diz que o "o capitalismo é o únco meio de chegar à verdadeira utopia; à ausência da economia; em comunhão com Deus ou, melhor, a voz do Universo; quando houver tudo para todos. Pois o verdadeiro revolucionário é o conservador do século XIII". Pessoalmente acho que anarquia de Agostinho e de tantos outros uma utopia irrealizável, mas eles sim é que representam a verdadeira utopia e nunca os discípulos de Marx, Engels, Trotsky, etc.
E essa utopia é saborosíssima de beber quanto mais chegamos à conclusão de que ela não é para o nosso tempo.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
As soluções muitas vezes são irreais e injustas
Os problemas vividos nos países colonizados no seu passado por países europeus não apenas não tiveram qualquer resolução após a sua independência, como surgiram problemas novos os quais se têm vindo a agravar. Isto após qualquer prazo aceitável do ponto de vista da conjuntura ou estrutura histórica. Após todo o tipo de soluções ou quase todo ter sido ensaiado.
Se a situação fosse inversa e em vez da dita autodeterminação se estivesse a viver uma ocupação já inúmeras vozes em sounbytes de volume bem estridente se teria já feito ouvir, vinda de todo o lado.
Muitos desses processos de independência foram desastrosos, dando origem a assimetrias várias e a divisões territoriais contranatura.
Os resultados estão à vista e o exemplo mais gritante vive-se no Médio Oriente, na Palestina. A reivindicação de independência desde a primeira intifada da autoria judaica, foi de legitimidade duvidosa e aí o papel dos protectorados foi execrável. A permissividade total é pior do que a pior das tiranias, e o fartar vilanagem por parte de judeus, árabes e outros intervenientes é o resultado que está à vista.
No meio de tudo isto apenas se impunha a mais disparatada das hipóteses. A região em conflito não poderá ser mais que um território submetido a uma gestão internacional de forças diversas, as quais não excluiriam o mundo árabe como é evidente, e governado com mão de ferro contra qualquer sublevação. Israel teria de abdicar dos territórios anteriores a 1969 e a guerrilha do Hamas deveria ser perseguida até à total aniquilação. É difícil, quiçá irreal e quiçá injusto. Mais surreal é a manutenção do actual estado de coisas.
Se a situação fosse inversa e em vez da dita autodeterminação se estivesse a viver uma ocupação já inúmeras vozes em sounbytes de volume bem estridente se teria já feito ouvir, vinda de todo o lado.
Muitos desses processos de independência foram desastrosos, dando origem a assimetrias várias e a divisões territoriais contranatura.
Os resultados estão à vista e o exemplo mais gritante vive-se no Médio Oriente, na Palestina. A reivindicação de independência desde a primeira intifada da autoria judaica, foi de legitimidade duvidosa e aí o papel dos protectorados foi execrável. A permissividade total é pior do que a pior das tiranias, e o fartar vilanagem por parte de judeus, árabes e outros intervenientes é o resultado que está à vista.
No meio de tudo isto apenas se impunha a mais disparatada das hipóteses. A região em conflito não poderá ser mais que um território submetido a uma gestão internacional de forças diversas, as quais não excluiriam o mundo árabe como é evidente, e governado com mão de ferro contra qualquer sublevação. Israel teria de abdicar dos territórios anteriores a 1969 e a guerrilha do Hamas deveria ser perseguida até à total aniquilação. É difícil, quiçá irreal e quiçá injusto. Mais surreal é a manutenção do actual estado de coisas.
domingo, 4 de janeiro de 2009
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