sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

"Não é um sinal de modernidade a dissolução progressiva dos laços familiares", diz Cavaco Silva.
Tem toda a razão o PR. Pena que no seu tempo nada tenha feito em defesa da instituição família. Assim, o caminho ficou aberto para a dissolução da família e dos valores que lhe são inerentes pela canalha progressista que se lhe seguiu. Quando "Inês é morta", falar o óbvio é tão ou mais inútil do que pregar aos peixes.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Apreço

Muito obrigado a João Marchante pela simpática menção que fez aqui ao Café no seu espaço, Eternas Saudades do Futuro, o qual eu muito prezo e que actualmente tem tido a minha visita diária.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Oh Diabo!...

Finalmente aqui moi même não vai ter desculpa para não ler um grande mafarrico inimigo de sempre dos poderes instituídos.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Homo progressistus

Depois do Super-homem de Nietsche, e do "homem novo" do fascismo e do comunismo, eis um novo modelo de "hominídeo" criado pelo regime neo-socialista, comunicado pela respectiva imprensa "não-oficial" mas de muita afeição:

Cada época tem os homens que merece, resta saber se e até quando podem classificar-se como tal.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

No meio do arraial ao leme de Portugal...

... por incrível que pareça, parece que há há alguém com dez mil reis de juízo.

Yes, o leitor pode!


Aqui o tasco não ficou indiferente a esse grande evento universal que é a tomada de posse do, já, Presidente dos Estados Unidos da América e por isso arranjou um modo de contribuir em conjunto com os estimados leitores para que o recém-empossado presidente tenha um discurso de feição com a grandeza do cargo que assume.

Aqui está o site com o respectivo mecanismo para elaborar um discurso pleno de grandeza e de bons augúrios ao novo chefe de Estado da nação americana.

Contribuam e façam-se cidadãos do mundo. Yes, we can!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Questiono-me se...

... A razão de alguns doutos opinadores tanto falarem de capitalismo selvagem e o culparem da propalada crise, não será por eles quererem capitalismo, sim, mas no zoo da quinta deles, adestrado, manipulado a la carte, de forma a não doer muito nem a dar origem a muito barulho por parte de quem paga todos os regimes - o Zé? De preferência com muito mel e chantily e se calhar vaselina para o papá-Estado o poder encatrafiar no cu de quem lhe convém e lá ir buscar boa colheita sob a forma de financiamentos eleitorais, tachos diversos em época de travessia no deserto político, e prebendas variadas.
... A regulação genuína e mais eficaz de sempre nunca foi mais do que uma ética proveniente do carácter e da formação moral dos intervenientes negociais. Por exemplo, antes de haver contratos colectivos de trabalho, ou o sindicalismo de sarjeta que rege actualmente o Trabalho deste país, os parceiros sociais não se desgastavam em guerras mesquinhas e nefastas para a economia e sociedade da nossa Nação. A qual já teve Trabalho, sim. Cujos agentes tinham compensação pelo mérito no seu desempenho e esforço, com todas as profissões dignificadas e os mesteres briosos na sua "arte".
... Um dos factores principais a alimentar as diversas crises não terá sido a criação da ilusão de que tudo se conquista sem esforço, à custa de subsídios, de créditos, de impunidade de quem prevarica. Em conjugação com a cagança e pujança vã da gestão danosa fruto de mentalidade novo-riquista de criar cargos executivos à tripa-forra. Da constante improdutividade proveniente da vaidade, impreparação e inépcia próprias de quem foi ensinado em casa e no seu meio que viver bem é apenas ver carros azeiteiro-desportivos à sua frente e passar férias a torrar dinheiro nas Maldivas.
Mas eu nada sei e apenas questiono o que muitos outros antes de mim questionaram. Quem souber que mo diga.

Tema dominical da semana

Nick Cave & The Bad Seeds - Into My Arms

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ofendidos com a verdade?

Afinal, que disse de novo o Cardeal Patriarca de Lisboa? Que disse de mentira?
Assim, foi algum pecado o que disse? Não cumpriu ele uma obrigação não apenas cristã como de cidadania?
Não foi à toa que ele falou no casamento com mulheres cristãs e não com homens cristãos - com raparigas muçulmanas, como é evidente. Porém, também se conhecem casos bem encrencados quanto a estes últimos. Um deles, há mais de dez anos, entre um português e uma síria deu origem inclusive ao rapto da filha menor do casal.
Mas a trupe politicamente correcta mais os cavalos de Tróia que por cá já deitam faladura já veio latir os discursos e indignações costumeiras. Enquanto não surgirem os ataques epilépticos que por vezes se assistem em outras comunidades em casos semelhantes, parece que já estamos com alguma sorte.
Ao Cardeal-Patriarca eu declaro meu apoio e apelo para que nunca abdique de sua liberdade de expressão.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Tema dominical da semana - do mês, do ano...

Agostinho da Silva in Conversas Vadias, RTP, 1990. Entrevista com o jornalista Adelino Gomes

Tão esquecido anda um dos homens mais revolucionários e proféticos do século XX. Ponho ênfase nesta entrevista àquilo que é a antítese do revolucionário da esquerdalha, quando ele diz que o "o capitalismo é o únco meio de chegar à verdadeira utopia; à ausência da economia; em comunhão com Deus ou, melhor, a voz do Universo; quando houver tudo para todos. Pois o verdadeiro revolucionário é o conservador do século XIII". Pessoalmente acho que anarquia de Agostinho e de tantos outros uma utopia irrealizável, mas eles sim é que representam a verdadeira utopia e nunca os discípulos de Marx, Engels, Trotsky, etc.
E essa utopia é saborosíssima de beber quanto mais chegamos à conclusão de que ela não é para o nosso tempo.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

As soluções muitas vezes são irreais e injustas

Os problemas vividos nos países colonizados no seu passado por países europeus não apenas não tiveram qualquer resolução após a sua independência, como surgiram problemas novos os quais se têm vindo a agravar. Isto após qualquer prazo aceitável do ponto de vista da conjuntura ou estrutura histórica. Após todo o tipo de soluções ou quase todo ter sido ensaiado.
Se a situação fosse inversa e em vez da dita autodeterminação se estivesse a viver uma ocupação já inúmeras vozes em sounbytes de volume bem estridente se teria já feito ouvir, vinda de todo o lado.
Muitos desses processos de independência foram desastrosos, dando origem a assimetrias várias e a divisões territoriais contranatura.
Os resultados estão à vista e o exemplo mais gritante vive-se no Médio Oriente, na Palestina. A reivindicação de independência desde a primeira intifada da autoria judaica, foi de legitimidade duvidosa e aí o papel dos protectorados foi execrável. A permissividade total é pior do que a pior das tiranias, e o fartar vilanagem por parte de judeus, árabes e outros intervenientes é o resultado que está à vista.
No meio de tudo isto apenas se impunha a mais disparatada das hipóteses. A região em conflito não poderá ser mais que um território submetido a uma gestão internacional de forças diversas, as quais não excluiriam o mundo árabe como é evidente, e governado com mão de ferro contra qualquer sublevação. Israel teria de abdicar dos territórios anteriores a 1969 e a guerrilha do Hamas deveria ser perseguida até à total aniquilação. É difícil, quiçá irreal e quiçá injusto. Mais surreal é a manutenção do actual estado de coisas.