30 de Janeiro de 1933. A vontade de uma nação renascer das cinzas e da lama onde a tinham atolado concretizou-se nas... urnas de voto. Será isto repetível?
Café da Insónia
Modos de passar a noite e pensar os dias.
Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
Sábado, 28 de Janeiro de 2012
Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Evoluções
Sábado, 21 de Janeiro de 2012
Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
Regresso em ano desditoso envolto em fumaça e aventais
O café volta a reabrir no início do ano dito desditoso, de todas as crises e contrariedades.
Parece que a palavra Maçonaria entrou nas bocas do mundo e já chegou às conversas de café a fazer companhia às coisas da bola. Pois dizem que ela controla tudo e mais alguma coisa e grandes maroscas lá se engendram. Talvez seja mais ou menos isso. Mas, afinal, que se poderia esperar de um clube semi-secreto, que nem colhões teve para ser abertamente elitista e militarizado, que como objectivo apregoou desde sempre, na sua actividade especulativa, a Tolerância e o Racionalismo, sucedendo-se pouco depois as propaladas "Liberdade, Fraternidade e Igualdade"?
Pois aquilo que começou por uma momice de um protestante inglês foi, gradualmente, sendo visto como um figo pelas elites judaicas, com projectos bem prometedores para a ainda inóspita Europa pós-Contra-Reforma.
Tudo o resto, é só apreciar os frutos...
A ler aqui, neste nos números seguintes do Boletim Evoliano mais literatura sobre o tema.
Sábado, 20 de Agosto de 2011
Cristianismo, catolicismo e nacionalismo
Qualificam o catolicismo como de cristianismo paganizado. Outros o denominam cristianismo helênico. Em todo caso, é este processo “paganizante” ocorrido quando o cristianismo conhece do hierárquico uma vez institucionalizado, como religião, nos últimos séculos de vida do Império Romano, ou refletido nos ciclos iniciáticos dos guerreiros artúricos ou imperante no germanizado (no que à valores se refere) Medievo, é este, dizíamos, processo “paganizante” o que tornou possível que o cristianismo, em alguns momentos de sua história, tenha tido caráter Tradicional e tenha se distanciado de escórias e inconvenientes humanistas (sentimentalóides, fanáticos, masoquistas,...) fatalistas, messiânicos, igualitaristas e negadores da possibilidade que tem o homem de chegar ao Conhecimento e à Identificação com o Princípio Supremo, sem ter que se conformar submissamente com o simples e pobre creer e sem ter que esperar (em uma clara amostra de fraqueza) ajudas, graças e perdões que venham do Alto, no lugar de buscar (esse homem) sua Libertação interior por si mesmo e de chegar ele ao Alto.
"Há uma máxima Tradicional que afirma que “o de baixo é um reflexo do de cima” ou que “o microcosmos” (o homem, por oposição a macrocosmo, o Universo; o ser humano como reflexo do universo ou o universo em miniatura) é (deve de ser) uma imagem do macrocosmos. Pois bem, se as civilizações Tradicionais dos homens responderam sempre ao princípio da hierarquia (estando, assim, de acordo com o princípio da organicidade [orgânico]), dito princípio hierárquico também era um reflexo da hierarquia de que os monumentos celestiais pré-cristãos (“pagãos”) demonstravam. (E é que como o Princípio Supremo se manifesta não de maneira uniforme e homogênea mas através de múltiplos fenômenos e atributos, sua emanação em formas divinas múltiplas (deuses diferentes) faria mais possível e alcançável para o comum dos homens a compreensão de uma certa natureza do Transcendente). Pois bem, este princípio da hierarquia celestial o fez seu o cristianismo mais “desemitizado” e anti-igualitário (mais católico, helenizado ou “paganizante”) na forma de alguns santos, virgens, anjos, querubins,... Que não eram mais que a sobreposição (com atributos e origem etimológico incluídos) das precedentes divindades dos monumentos pré-cristãos. Consequentemente, o protestantismo “aniquilador” de virgens e santos dá uma amostra a mais de seu caráter homogeneizante, igualitarista, anti-hierárquico, inorgânico e até anti-natural."
Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011
Desabafo
Foda-se que eu já tenho saudades dos tempos em que só tinha aqui o Café e ainda o Facebook praticamente não existia ou era incipiente! Para a merda que vejo muitos e muitas lá a fazer, a blogosfera, de todos os quadrantes, resistirá ao flop das "redes sociais".
Domingo, 31 de Julho de 2011
"Contigo abraço a distância"
| |
Sábado, 30 de Julho de 2011
"Muito para ti"
Muito para Ti (e até às lágrimas, às lágrimas… — aqui e agora ancoradas) — a bruma e o adeus de um excesso de alma que, por excesso, dentro em mim não cabe, e de mim transborda sempre em lágrimas ou poemas (que são lágrimas, também: posto que lágrimas rimadas…). Rodrigo Emílio |
Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
Momentos, o infinito...
E ele velava o seu sono como se a conduzisse por mundos oníricos tão azuis como a pureza dos seus sentimentos, mas banhados por um imenso rio encarnado de paixão. Sem despedidas, sem passado, presente ou futuro. O infinito repousava na respiração harmonizada entre ambos, como se sono e vigília se fundissem num só.
Terça-feira, 26 de Julho de 2011
Momento intimista do dia
Um homem quando nasce, o seu primeiro elo de ligação é uma mulher, a sua mãe. Elo esse tão forte quanto ela é a sua fonte de sobrevivência. Um homem quando cresce pretende ganhar asas para voar e isso faz parte da sua natureza. Quando se apercebe que o seu voo depende muito desse ser que lhe garante o equilíbrio, debate-se com uma luta interna que o pode conduzir à harmonia ou à destruição - o seu relacionamento com as mulheres da sua vida, sejam elas, mães, irmãs amantes, namoradas... e, por fim, esposas. Os pontos cardeais da bússola de um gajo são todos condicionados por esse seu semelhante tão diferente. Cada missão, bélica ou pacífica, tem o seu norte naquele sorriso que só "ela" nos pode dar.
Não, não vou encerrar isto com nenhuma frase feita...
Segunda-feira, 25 de Julho de 2011
A queda
Estão várias jovens gerações a morrer, eliminadas por um mundo artificial que nos foi imposto, onde o materialismo e o opróbrio imperam. Nada e mais nada senão uma força brutal e devastadora o poderá derrubar, a não, claro, ser a própria podridão.
Sábado, 23 de Julho de 2011
Domingo, 17 de Julho de 2011
Sábado, 9 de Julho de 2011
Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
Cada imagem tem uma história...
Sábado, 28 de Maio de 2011
Sábado, 21 de Maio de 2011
Leituras do Café
A Face Oculta dos Progressos Técnicos
Os progressos técnicos, que toda a gente está confundindo cada vez mais com progresso humano, vão criar cada vez mais também um suplemento de ócio que, excelente em si próprio, porque nos aproxima exactamente daquele contemplar dos lírios e das aves que deve ser nosso ideal, vai criar, olhado à nossa escala, uma força de ataque e de triunfo; mais gente vai ter cada vez mais tempo para ouvir rádio e para ir ao cinema, para frequentar museus, para ler revistas ou para discutir política, e sem que preparo algum lhe possa ter sido dado para utilizar tais meios de cultura: a consequência vai ser a de que a qualidade do que for fornecido vai descer cada vez mais e a de que tudo o que não for compreendido será destruído; raros novos beneditinos salvarão da pilhagem geral a sempre reduzida antologia que em tais coisas é possível salvar-se.
O choque mais violento vai dar-se exactamente, como era natural, nos países em que existir uma liberdade maior; nos outros, as formas autoritárias de regime de certo modo poderão canalizar mais facilmente a Humanidade para a utilização desse ócio; sucederá, porém, o seguinte: nos países não-livres, porque nenhum há livre, mas enfim mais livres, algumas consciências se erguerão dos destroços e pacientemente, com todas as modificações que houver a fazer, converterão o bárbaro ao antigo e sempre eterno ideal de «vida conversável»; nos outros, a não sobrevir uma revolução causada pelo tédio ou pelo próprio desabar da outra metade do mundo, o trabalho será mais difícil porque se terá de arrancar os homens, no seu conjunto, à ideia de que o que vale é a segurança material, o conforto técnico e, se for possível, nenhum rumor de pensamento dialogado.
Esta não já invasão mas explosão de bárbaros terminará a nossa Idade Média, aquela que veio ininterruptamente, só superficialmente mudando de aspecto, desde o século III ou IV até nossos dias, e que se caracterizará talvez pelo esforço de fazer regressar o homem de uma vida social a uma vida natural.
Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'
Sábado, 14 de Maio de 2011
Domingo, 8 de Maio de 2011
Sábado, 30 de Abril de 2011
Dia do Trabalhador e as falácias da "modernidade"
O Dia do Trabalhador hoje é mais um anacronismo histórico como qualquer outro. O "trabalhador" de hoje já não é mais o operário que pretende ver seu número de horas reduzido para oito, tais como os da longínqua revolta de Haymarket, mas sim um "colaborador" que, pelo contrário, precisa de trabalhar o máximo de horas possível para poder manter a cabeça à tona de água. Depois há os restantes: uma "fidalguia" de parasitas que vai desde os beneficiários do RSI e subsídios afins até à classe dirigente com altas prebendas e honorários pagos pelo Erário. Pelo meio, sobraram alguns privilegiados que conseguiram seu ingresso em empresas públicas e administração estatal, os quais caíram nas boas graças dos sindicatos devido ao seu poder de paralisação.Os "colaboradores" não são mais do que "metecos" que pagam com seus impostos todas as desventuras da democracia de Abril, no caso português. Um pouco por todo o lado, todos eles são isentos de consciência de classe, porque desde logo foram desenraizados e taxados de "burgueses" e "classe média", sem poder reivindicativo nem representação política ou cívica, vão-se aguentando mal ou bem, seja a título de "profissionais liberais" ou "trabalhadores por conta d'outrém" ou "prestadores de serviços".
Desde cedo, capitalismo e socialismo se aperceberam dos "monstros" de proletarização que criaram e dos problemas subsequentes. Os problemas e respectivas consequências agradaram e alimentaram o Socialismo e seus aparelhos: sindicatos, partidos comunistas, associações progressistas disto e daquilo e daqueloutro. As "soluções" provisórias agradaram ao Capitalismo, pois estas passaram pelo fortalecimento da banca e seus subordinados que, com injecções de capital, iam "resolvendo" as alhadas criadas pelo "monstro" proletário e pelas guerras internas e externas que entretanto, inevitavelmente, surgiram.
Neste contexto, todas as alternativas foram sabotadas. Instituições que tentaram criar uma ética para a pocilga, criar regras ao regabofe e empreendimentos de origem cooperativa foram atacados e torpedeados por ambos os lados beneficiários do sistema: socialistas, por um lado, mais seu exército de escravos; capitalistas, por outro, e respectivo núcleo execrável de usurários, vendedores de dinheiro sedentos de miséria e de vício para ter maior encaixe para seus "financiamentos" e aplicações financeiras de intrujice.
Com alguma facilidade, os biltres, hoje, riem-se das Encíclicas papais, suspirando de alívio pela pouca divulgação e atenção que estas tiveram. Uns apelam à selva guiada pela "Mão Invisível" e outros o regresso e/ou fortalecimento de um aparelho estatal que garanta centralizar toda a riqueza e produtividade gerada e assim alimentar o Leviatão com toda a pompa e em toda a circunstância.
Como a mentira não pode durar para sempre, o "sistema" está a dar o estouro - colapso financeiro dos inventores de ratings e de taxas de juro e o desaparecimento de recursos para alimentar uma população envelhecida e não produtiva, cujas causas se prendem nas invenções do progressismo, destruidor da família e da Vida Humana. Socialismo e capitalismo serão recordados pelas gerações futuras -se as houver - como os rostos da decadência da raça humana e a pior fase da sua História.
Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
António de Oliveira Salazar (28.04.1889-27.07.1970)

«Instrução aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o essencial».
«Portugal nasceu à sombra da Igreja e a religião católica foi desde o começo elemento formativo da alma da Nação e traço dominante do carácter do povo português».
«Vós pensais nos vossos filhos, eu penso nos filhos de todos vós».
Subscrever:
Mensagens (Atom)





