segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Em modo testamento político

"Para Spengler, o verdadeiro socialismo era primariamente uma questão de ética, mais do que de economia. Esse socialismo prussiano ético significava o desenvolvimento e prática da ética de trabalho, da disciplina, da obediência, de um senso de dever ao bem maior e ao Estado, do auto-sacrifício, e da possibilidade de atingir qualquer cargo pelo talento. O socialismo prussiano era diferenciado do marxismo e do liberalismo. O marxismo não era socialismo autêntico por ser materialista e baseado na luta de classes, que se situava em contraste com a ética prussiana de Estado. Também em contraste ao socialismo prussiano estava o liberalismo e o capitalismo, que negava a idéia de dever, praticava um "princípio de pirataria", e criou o governo do dinheiro. [5]" Lucian Tudor - "A Crítica Conservadora Revolucionária de Oswald Spengler"

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

1966 - Santa Maria Manuela (National Film Board do Canadá)

Mais uma vez posto este vídeo e fá-lo-ei mais vezes, o quanto o entender. Este Portugal conheci-o pela memória de meus familiares e gente afins. Por ter nascido no ano de 1972, cresci e vivi num tempo diferente e num Portugal do pós-maldito 25 de Abril, que, por mais que tenha tentado, não apagou a memória nem os resquícios de um Portugal que vivia.


RIP! A memória ficará para sempre. Assim como de um Portugal e de um tipo de futebol que foram destruídos.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O crepúsculo dos (falsos) deuses II

3 Things You Didn’t (Want To) Know About Nelson Mandela de Lee Jenkins

Nelson Mandela was the head of UmKhonto we Sizwe, (MK), the terrorist wing of the ANC and South African Communist Party. At his trial, he had pleaded guilty to 156 acts of public violence including mobilising terrorist bombing campaigns, which planted bombs in public places, including the Johannesburg railway station. Many innocent people, including women and children, were killed by Nelson Mandela’s MK terrorists. Here are some highlights.

O crepúsculo dos (falsos) deuses

Nelson Mandela: Another False God de Kerry Bolton

Mandela’s name cannot be spoken of by television and radio journalists other than with tone of utmost reverence. I recall when he was released from jail and women radio hosts were imparting the news while hardly holding back cries of joy. He has long been treated as godlike. As I am writing this, I am listening to television news stating that he is in deteriorating condition, and making the invariable references to having brought “freedom to the rainbow nation.” I see his visage portrayed on the colored glass of a church in South Africa while a black congregation sings his praises.

sábado, 19 de outubro de 2013

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Crónica de um desastre anunciado

Este governo pode ser o mais delinquente que se possa imaginar, mas o que me dá mais raiva é ter de acabar por defender um governo destes perante uma Constituição que nunca foi escrutinada pelo Povo nem por nenhuma elite digna desse nome, cujo objectivo é "caminhar rumo ao socialismo" no seu pendor mais marxista, que garantiu desigualdades mais arbitrárias entre Portugueses e apenas defende uma parte deles, ignorando a realidade com que o País se depara.

sábado, 5 de outubro de 2013

A título póstumo...


Mais uma efeméride com um número meio redondinho, 860 anos de idade, serve para lembrar aquilo que há muito foi esquecido. A idade de um país e respectiva data de nascimento, a partir da qual muitos haviam de perder sangue a defendê-lo e muito já havia corrido para o fazer nascer.
É impossível deixar de sentir aquela impressão de um defunto que faria anos. Reze-se, portanto, uma missa a preceito em homenagem àqueles que em tempos idos exploraram terras e oceanos de lés a lés. E onde havia negritude e selvajaria, ergueram igrejas, dando pão e educação.
Mas também àqueles que na sua data de nascimento apenas se lembravam de uma coisa chamada Implantação da República; àqueles que nos manuais actuais de História ensinam seus ditosos filhos a sentirem-se culpados por causa de navios negreiros e tráfegos de escravos e expulsão de judeus, como que a querer mantê-los reféns de um passado urdido na versão da "mente" doente e nojenta da modernidade progressista.
Já diz a voz do povo: cada um tem o que merece.

domingo, 29 de setembro de 2013

Dia 29 de Setembro, dia de S. Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo,
protegei-nos no combate,
defendei-nos com o vosso escudo
contra as armadilhas
e ciladas do demónio.
Deus o submeta,
instantemente o pedimos;
e vós, Príncipe da milícia celeste,
pelo divino poder,
precipitai no inferno a Satanás
e aos outros espíritos malignos
que andam pelo mundo
procurando perder as almas.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ámen.

sábado, 21 de setembro de 2013

António José de Brito, RIP

Grato pelo privilégio de ter podido conhecer e conviver com um homem e professor, cuja sabedoria e simplicidade não deixam sucessores. Descanse em paz!

"Como é próprio de uma época em que a traição, a vileza, a covardia e a abjecção são os traços dominantes, o que se censura, hoje, a Salazar é o que ele teve verdadeiramente de grande e elevado.
Classifica-se de atitude suicida a sua oposição férrea e persistente a todos os oportunismos e a todas as diversas soluções políticas, que traduziam apenas a vontade de não lutar pela integridade das fronteiras seculares de Portugal, quando foi esse, ao invés, um dos seus mais belos títulos de nobreza: ter reconhecido lucidamente que a única solução política digna era combater à outrance pela grandeza da Nação, que só existia esse meio de conservar o que era nosso há centenas de anos e de assegurar um futuro de prosperidade e ordem e que, assim, no caso de se perder tudo o resto, se salvava, ainda, o bem mais precioso de um povo, que é a sua honra. Porque sobrevive-se, enquanto Pátria a uma derrota gloriosa, mas não a um abandono ao inimigo por comodismo, medo, indiferença pelo interesse comum.
Salazar foi proclamado um carrasco por ter ordenado às tropas estacionadas na Índia que se batessem sem esperança de vitória (ao contrário do que acontecia nos demais territórios, nalguns dos quais se conseguiu, consoante é o caso de Angola em Abril de 74, uma pacificação quase completa) e exclusivamente para honrar a bandeira das quinas, sob cujas dobras tantos prodígios de heroísmo se tinham desenrolado naquelas paragens.
Da indignação da Esquerda nem se fala. Mas também na chamada direita houve quem o reprovassse. Dum lado e doutro não havia sequer uma compreensão mínima daquilo que exigiam e obrigavam as normas elementares da ética militar e patriótica — dessa ética que levou Moscardó a não ceder no Alcazar ao ameaçarem-no com o fuzilamento do filho, que fez com que guarnições alemãs de cidades das costas normandas e bretãs, cercadas há meses, esmagadas por bombardeamentos, ainda resistissem no segundo trimestre de 45, que impeliu os Mas italianos, no momento em que foram descobertos na noite pelos projectores do porto de Malta, a lançarem-se para a frente, nenhum sobrevivendo, E, até, sem o estímulo do patriotismo, só para cumprirem a sua palavra de soldados, se fizeram imolar no México, em Camerone, os homens da Legião Estrangeira. Tudo isto, pelos vistos, não passava de absurdos, tolices, tontarias, demências. E nem um simples «baroud d`honneur», como o dos regimentos franceses de Madagascar, isolados e abandonados, na altura do desembarque inglês na ilha, foi considerado admissível. O que era louvável e de aplaudir era depor as armas sem tir-te nem guar-te, no instante em que o exército adversário avançava em som de peleja. A entrega pura e simples eis a solução. Salazar, que pensava de forma oposta, assumiu as proporções de um monstro.
A vergonha da Índia, perante a qual não houve um sobressalto, unânime ou quase, de dor e indignação, representou o teste, ou melhor, a provação decisiva.
António de Oliveira Salazar compreendeu-o. E, se fosse da fibra moral (ou imoral) dos que actualmente cospem injúrias sobre a sua memória, teria arrepiado caminho. Poderia desse modo conseguir pretorianos encantados da vida a protegê-lo e a louvá-lo, distribuir panem et circenses em abundância, captando frenéticos aplausos das multidões, obter apoios calorosos das potências dominantes, estar seguro de obter na história — escrita pelos vencedores — as parangonas de um libertador formidável, à Roosevelt ou à De Gaulle.
Não o quis, e, orgulhosamente só, preferiu manter-se ao leme apontando a mesma rota, que era a rota do dever.
Ainda não tinha fechado os olhos e já se entrava no caminho das autonomias crescentes para as províncias ultramarinas (que — admitia-se sem rebuço — viriam acaso a produzir a independência futura das mesmas) como se a missão do Estado fosse andar a semear Brasis pelo mundo, em vez de velar pela intangibilidade do património histórico e espiritual herdado dos antepassados.
Depois, os ventos semeados deram as tempestades previsíveis. Veio o dia de S. Traidor e iniciou-se, oficialmente, a construção de um país novo — ou antes de uma horda movida pelos instintos de prazer e egotismo —, para o que procedeu, desapiedamente, à destruição do que era um autêntico país — o nosso país. Em nome da edificação de um Portugal maior, reduziram-no a um inviável e anárquico rectângulo peninsular. Em nome da liberdade, impôs-se a ideologia obrigatória do antifascismo. Em nome dos direitos do homem, espancou-se, torturou-se, elaboraram-se leis penais com efeito retroactivo, agravadas a seguir por uma triste assembleia que se chama da República. Em nome da paz, centenas de milhares de brancos, pretos e mestiços tombaram vítimas da descolonização exemplar, ao passo que milhões de outros, sem serem ouvidos e achados, foram entregues ao jugo soviético. Em nome do bem-estar dos desfavorecidos e desprotegidos, arrasou-se a economia, estabelecendo-se o princípio, que conduz à miséria geral, de que o importante é diminuir o trabalho e aumentar o ganho. Em nome da independência nacional, mendigam-se empréstimos aos capitalismos lá de fora, empenhando-se o que nos resta.
Justo é que os autores dessa obra de aniquilamento total celebrem, com júbilo, a data em que lhe deram início. Os profissionais das batalhas, vocacionados pelo «appel des armes» de que falava Psichari, que juraram dar a vida pela pátria e, ao fim de três ou quatro comissões em Angola, Moçambique, ou Guiné, já estavam fatigados e o que queriam era retornar ao remanso dos quartéis.
Só achamos mau que quantos o tornaram cinza e nada persistam em falar em Portugal, no lugar de aludirem à admirável Abrilândia que edificaram entre gente não remota e sem perigos e guerras esforçados.
Mas enquanto os coveiros da nação se arrastam no seu carnaval, aqueles para quem a fidelidade não é uma palavra sã, para além dos vermes e pigmeus actuais, volvem as suas mentes e corações para a figura cimeira de Salazar, o derradeiro estadista nascido nesta terra para quem se pode erguer o pensamento sem se ter de corar de pejo e tristeza."

António José de Brito
In A Rua

sábado, 14 de setembro de 2013

Essa coisa chamada ONU...

ONU responsabiliza presidente sírio por "crimes contra a humanidade"Bashar al-Assad nega uso de armas químicas Áudio Ban ki-moon responsabiliza Assad por crimes contra humanidade Secretário-geral Ban Ki-moon antecipou o sentido da investigação ao ataque com armas químicas na Síria.13-09-2013 21:23 23 Não satisfeitos com os resultados das conversações (impostas por outrem) que evitaram uma guerra que eles próprios inventaram e pela qual são responsáveis, os EUA, e sua apaniguada trupe nojenta, agora fizeram jus ao direito de propriedade que sempre deteveram por essa coisa chamada ONU e puseram um saguí patético, nascido no lado conveniente das Coreias, a debitar atoardas mais intrujonas do que qualquer julgamento ad hoc. Até quando, Rússia e restante Eurásia tolerará estas aleivosias? Até quando as toleraremos todos?

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Mundo de escravos a trabalhar para porcos

Todos sabem, ou pelo menos suspeitam. Por que é fácil adquirir o seu iPod, o seu Kindle, a sua Playstation? E por que descem, ano após ano, os preços da tecnologia? A resposta encontra-se a uns milhares de quilómetros das nossas fronteiras. Mais precisamente em Shenzen, na província de Guangdong, na China, uma das mais famosas zonas económicas especiais criadas pelo governo chinês após a abertura ao mercado internacional, em 1979. Ler mais aqui