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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Desmitificando
O tema de desmitificação nos próximos dias vai ser o Islão e os mitos que sobre ele são criados pelos média sionistas e pelos activistas e seus crentes que erguem bandeiras de "ameaça islâmica". Para mim e para quem estuda o tema, os inimigos do Ocidente são o Sionismo e o materialismo, que esvaziaram e enfraqueceram a cultura europeia, suas instituições e autoridade, tornando-a terreno profícuo à invasão de culturas estranhas e respectiva assimilação.--------------------------------------------------------------------- Mitos sobre o Islão - A excisão feminina ou mutilação genital feminina : Há o mito entre ocidentais, mas também em certas comunidades muçulmanas devido a falta de conhecimento do Corão,que esta prática seja islâmica. O que é completamente falso, pois, por um lado em nada está fundamentada religiosamente - no Corão nada vem a mencioná-la como preceito -, por outro, esta prática não é adoptada nos países onde a Sharia é fortemente estudada. É de salientar também que a mutilação genital é adoptada também quer por cristãos quer por animistas, com raízes em certas culturas tribais. Tanto lideres religiosos muçulmanos como cristãos costumam opor-se de modo firme à excisão.
domingo, 14 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Será a mão invisível?
Semana dominada por uma birra de um ministro, parceiro de coligação, líder partidário e alegado estratega de birras e jogadas - características necessárias para um político vingar nessa coisa que é a democracia - e respectivas consequências. Parece que a taxa de juro subiu a pique e que na capitalização bolsista houve grande rombo. Delicioso facto este - uma birra ou arrufo de namorados pode mexer com as sacrossantas e abstractas taxas de juro, determinando grandes trapalhadas nas contas públicas e consequentemente na economia. Quem sabe, caro leitor, se no futuro um traque seu dado na hora e local errados não farão mudar a história de Portugal e quiçá do mundo? E que melhor arma poderá haver para a malta andar bem comportada e não mijar fora do penico, se não as gravosas consequências das ditas taxas dos abençoados juros? Às tantas deve ser um dos efeitos da propalada "mão invisível", que os liberais - muito atreitos a todas as engenharias financeiras - apregoam como elemento ordenador do rebanho e propiciador da ordem contra o caos...
sábado, 11 de maio de 2013
Doenças mentais e controlo das armas
Excelente exposição que desmitifica a relação, que muitos fazem, entre doenças mentais e mass shooters e a propalada necessidade de controlo da venda de armas aos supostos doentes mentais.
domingo, 24 de outubro de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Salvé, Olavo!
sábado, 13 de março de 2010
Fundamentos da liberdade III: familia como instituição anterior à sociedade civil e ao Estado
Assim como a sociedade civil, a família, conforme atrás dissemos, é uma sociedade propriamente dita, com a sua autoridade e o seu governo paterno, é por isso que sempre indubitavelmente na esfera que lhe determina o seu fim imediato, ela goza, para a escolha e uso de tudo o que exigem a sua conservação e o exercício duma justa independência, de direitos pelo menos iguais aos da sociedade civil. Pelo menos iguais, dizemos Nós, porque a sociedade doméstica tem sobre a sociedade civil uma prioridade lógica e uma prioridade real, de que participam necessariamente os seus direitos e os seus deveres. E se os indivíduos e as famílias, entrando na sociedade, nela achassem, em vez de apoio, um obstáculo, em vez de protecção, uma diminuição dos seus direitos, dentro em pouco a sociedade seria mais para se evitar do que para se procurar.
Querer, pois, que o poder civil invada arbitrariamente o santuário da família, é um erro grave e funesto. Certamente, se existe algures uma família que se encontre numa situação desesperada, e que faça esforços vãos para sair dela, é justo que, em tais extremos, o poder público venha em seu auxílio, porque cada família é um membro da sociedade. Da mesma forma, se existe um lar doméstico que seja teatro de graves violações dos direitos mútuos, que o poder público intervenha para restituir a cada um os seus direitos. Não é isto usurpar as atribuições dos cidadãos, mas fortalecer os seus direitos, protegê-los e defendê-los como convém. Todavia, a acção daqueles que presidem ao governo público não deve ir mais além; a natureza proíbe-lhes ultrapassar esses limites. A autoridade paterna não pode ser abolida, nem absorvida pelo Estado, porque ela tem uma origem comum com a vida humana.
Querer, pois, que o poder civil invada arbitrariamente o santuário da família, é um erro grave e funesto. Certamente, se existe algures uma família que se encontre numa situação desesperada, e que faça esforços vãos para sair dela, é justo que, em tais extremos, o poder público venha em seu auxílio, porque cada família é um membro da sociedade. Da mesma forma, se existe um lar doméstico que seja teatro de graves violações dos direitos mútuos, que o poder público intervenha para restituir a cada um os seus direitos. Não é isto usurpar as atribuições dos cidadãos, mas fortalecer os seus direitos, protegê-los e defendê-los como convém. Todavia, a acção daqueles que presidem ao governo público não deve ir mais além; a natureza proíbe-lhes ultrapassar esses limites. A autoridade paterna não pode ser abolida, nem absorvida pelo Estado, porque ela tem uma origem comum com a vida humana.
CARTA ENCÍCLICA
«RERUM NOVARUM»
DO PAPA LEÃO XIII
SOBRE A CONDIÇÃO DOS OPERÁRIOS
Fundamentando a liberdade II: propriedade, lei natural, civil e divina
É, pois, com razão, que a universalidade do género humano, sem se deixar mover pelas opiniões contrárias dum pequeno grupo, reconhece, considerando atentamente a natureza, que nas suas leis reside o primeiro fundamento da repartição dos bens e das propriedades particulares; foi com razão que o costume de todos os séculos sancionou uma situação tão conforme à natureza do homem e à vida tranquila e pacífica das sociedades. Por seu lado, as leis civis, que recebem o seu valor(1), quando são justas, da lei natural, confirmam esse mesmo direito e protegem-no pela força. Finalmente, a autoridade das leis divinas vem pôr-lhe o seu selo, proibindo, sob perla gravíssima, até mesmo o desejo do que pertence aos outros: «Não desejarás a mulher do teu próximo, nem a sua casa, nem o seu campo, nem o seu boi, nem a sua serva, nem o seu jumento, nem coisa alguma que lhe pertença» (2) .
E assim deambulo, noite dentro, pela lógica e ética cristalinas do Rerum Novarum
Abordando fundamentos da liberdade

23. Muitas outras coisas deve igualmente o Estado proteger ao operário, e em primeiro lugar os bens da alma. A vida temporal, posto que boa e desejável, não é o fim para que fomos criados; mas é a via e o meio para aperfeiçoar, com o conhecimento da verdade e com a prática do bem, a vida do espírito. O espírito é o que tem em si impressa a semelhança divina, e no qual reside aquele principado em virtude do qual foi dado ao homem o direito de dominar as criaturas inferiores e de fazer servir à sua utilidade toda a terra e todo o mar: «Enchei a terra e tornai-vo-la sujeita, dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra»(33). Nisto todos os homens são iguais, e não há diferença alguma entre ricos e pobres, patrões e criados, monarcas e súbditos, «porque é o mesmo o Senhor de todos»(34). A ninguém é lícito violar impunemente a dignidade do homem, do qual Deus mesmo dispõe, com grande reverência, nem pôr-lhe impedimentos, para que ele siga o caminho daquele aperfeiçoamento que é ordenado para o conseguimento da vida interna; pois, nem mesmo por eleição livre, o homem pode renunciar a ser tratado segundo a sua natureza e aceitar a escravidão do espírito; porque não se trata de direitos cujo exercício seja livre, mas de deveres para com Deus que são absolutamente invioláveis.
CARTA ENCÍCLICA
«RERUM NOVARUM»
DO PAPA LEÃO XIII
SOBRE A CONDIÇÃO DOS OPERÁRIOS
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Cronologia de uma história de um partido que incomoda logo antes de nascer
De indeferimento em indeferimento cumprem-se as "liberdades e garantias" da Constituição portuguesa.
Aqui está a prova que no espectro político legalizado apenas há lugar para um discurso formatado na linguagem eivada de preconceitos e de tabus que predomina desde Abril.
sábado, 3 de outubro de 2009
Mais um triunfo dos porcos
Num referendo de encomenda federalista, a Europa deu mais um passo em frente rumo ao abismo. O Tratado de Lisboa é uma tentativa burocrática e ardilosa de aniquilar a liberdade e a genuinidade da Europa. Depois disto é esperar apenas um Reichstag islamizado que já tem vindo a ser progressivamente construído e defendido.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Dois posts, duas citações de leitura obrigatória e atenta
Para ler com atenção no Eternas Saudades do Futuro
"Against Intelectual Property" de Stephen Kinsella, por CN, no Vento Sueste
"Against Intelectual Property" de Stephen Kinsella, por CN, no Vento Sueste
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