sexta-feira, 28 de maio de 2010

Portugal, 28 de Maio


Das ruínas resta a esperança de nos erguermos. O 28 de Maio foi um exemplo que os nossos antepassados nos deram.

Recordemos, sem preconceitos, os objectivos do Estado Novo!

Procuremos abastrair-nos do culto da personalidade de personalidades que já morreram. Não podemos fazer renascer quem já partiu. É em cada um de nós que pode ser construído o futuro de Portugal!


Com a devida vénia ao Reverentia Lusa

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quiz luso


Falas para aí de crise mas tens sempre a pequenada aos guinchos no restaurante de almoço de domingo?
Tens medo do desemprego, mas o trabalho para ti é um suplício?
Dizes que isto está mau e está tudo mal mas limitas-te a encolher os ombros?
Dizes mal de espanhóis, alemães, ingleses, americanos etc., mas nem os conheces a eles nem ao teu próprio país?

És, então, o português típico da pós-modernidade democrática. Com um jeitinho chegas a cidadão do mundo! Basta interiorizares umas lérias do politicamente correcto e aprenderes umas luzes de estrangeiro. Mas olha lá que a partir daquele exame (qual exame? ah!, o exame... aquilo, pois) que te correu bem nas Novas Oportunidades ainda te atribuem um programa Erasmus, antes mesmo de entrares em qualquer fornada fedorenta de Bolonha, e ainda vais parar ao frio.
Isto ainda tem os seus riscos, pá! às tantas deve ser da crise!...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Tema musical da semana II

Da Hungria, com a qual muito simpatizo, vem a belíssima voz de Sebestyén Márta.
Por uma Europa Cristã!

Reservas presidenciais em país com prognóstico reservado

Eis para que serve a República Democrática do cantão-antro que se tornou Portugal: um Parlamento abundante de parasitas com projectos-lei que são autênticas abominações e inutilidades para depois um "Presidente" – seja qual for seu nome e origem política é sempre fraco e servil face ao regime que o alimenta – promulgar, com "reservas" ou sem elas.

Uma palhaçada autêntica me parece promulgar o que quer que seja "com reservas". Ou se promulga ou se veta. Cavaco Silva conhece bem demais o sistema parlamentar, as regras rasteiras pelas quais este se rege, e as teias urdidas pela esquerdalha para levar avante suas pretensões. A "crise" não pode justificar promulgações de retrocessos civilizacionais como este, que não servem para ninguém nem para os próprios homossexuais - excepto para os "sindicalizados" em Ilgas, Opus e demais escumalha pseudocívica. Porque havia outras soluções para as uniões entre pessoas do mesmo sexo, desde cedo afastadas pela canalha do costume, porém é inútil apenas na hora de promulgar alertar para a falta de "responsabilidade e de esforço" já muito bem conhecidas.

Mais do mesmo, com "reservas", num país há muito tempo com prognóstico reservado.

sábado, 15 de maio de 2010

Ao oitavo dia...

O oitavo dia da Criação existiu mesmo. Os seus círculos interligados resumem os dias anteriores, sendo o dia em que o Homem fica preso infinitamente na sua estrutura circular.
Mas, o engraçado é que, é a partir daí que ele julga que supera o Criador e a Criação, negando-os.

Tema da semana

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Por esta blogosfera

Agradeço a muito gentil menção de Humberto Nuno de Oliveira no seu Reverentia Lusa aqui ao Café e à Monarquia do Norte, este último partilhado com outros companheiros.

terça-feira, 11 de maio de 2010

John Ronald Reuel Tolkien

“All that is gold does not glitter, not all those who wander are lost; the old that is strong does not wither, deep roots are not reached by the frost. From the ashes a fire shall be woken, a light from the shadows shall spring; renenwed shall be blade that was broken, the crownless again shall be king.”

“I do not love the bright sword for it's sharpness, nor the arrow for it's swiftness, nor the warrior for his glory. I love only that which they defend”

“You can only come to the morning through the shadows.”

"I am not a 'democrat', if only because 'humility' and equality are spiritual principles corrupted by the attempt to mechanize and formalize them, with the result that we get not universal smallness and humility, but universal greatness and pride, till some Orc gets hold of a ring of power – and then we get and are getting slavery."

"The War is not over (and the one that is, or the part of it, has been largely lost). But it is of course wrong to fall into such a mood, for Wars are always lost, and War always goes on; and it is no good growing faint."

(Citação datada do fim da II Guerra Mundial)

domingo, 9 de maio de 2010

Mais do que nunca, Tolkien...



Mais do que uma excelente banda sonora de Howard Shore; mais do que a brilhante adaptação cinematográfica de Peter Jackson; mais do que o notável trilogia de JRR Tolkien, com certeza um Iniciado. Claro que para quem olha e não vê nada, o universo de Lord of the Rings trata-se de entretenimento que entre outras coisas inclui batalhas de aparência medieval entre criaturas imaginárias e uma história de amor pelo meio. Estou convicto de que as mais diversas lutas e desafios que desgastam e, em simultâneo, fortalecem as estranhas personagens da trilogia cada vez fazem mais sentido e mais depressa a Terra Média se está a revelar um espelho do nosso mundo. Deixo ao critério de cada um contatar as equivalências...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ruído

Gosto pouco de lugares-comuns, mas admito que alguns estejam correctos. Aquele que diz que "A discussão exige conhecimento", no meu entender, é um deles, tendo-o eu elegido como uma das minhas máximas preferidas, embora desconheça o nome de seu autor ou tampouco se tem autor identificado - o que não acontece com muitas frases deste tipo.
Neste sentido, aborrecem-me e enojam-me as manifestações de ódio, indignações bacocas e polémicas estéreis a que assisto nos média em geral e muito em especial na blogosfera e redes sociais.
A discussão de ideias, assim como a elaboração e desenvolvimento de projectos de índole política-ideológica, deve ser objectiva, serena, formada e informada. Desenganem-se se pensam que escrevo isto em prol da democracia, do civismo, da paz ou de outros chavões do género. Faço-o apenas por estar ciente de que a eficácia de qualquer obra reside essencialmene nesses princípios e que o ruído nada é mais do que ruído.