Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
Visto de outro prisma
Sportinguistas detractores de Carvalhal e da actual direcção, 0 - Portistas detractores de Jesualdo Ferreira, 3
Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
Verdades absolutas, mas assim para o relativas
Ainda há homens que não se vendem por um prato de lentilhas! Mas, se for por dois ou três, já não se garante nada.
Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
Sábado, 20 de Fevereiro de 2010
Ai, esta censura!
Citações essenciais
Graças a Deus que há quem, por esta chamada blogosfera, descreva com graça, e classe, aquilo que eu e outros temos por desgraça.
Nada é mais prejudicial aos interesses da República do que o trabalho habitual desses assessores: devem-se-lhes não apenas legiões sobre legiões de abortos jurídicos, mas ainda o torrencial de favoritismo burocratizado que em Portugal dá pelo nome de "Administração Pública" (uma anedota já nos tempos em que Marcelo Caetano tentou glorificar esses boçais "pen-pushers" com uma teorização em torno da respectiva actividade).
De cada vez que me dizem que um assessor do Governo está a trabalhar nas tarefas que oficialmente lhe estão cometidas, benzo-me: já sei que todo o tipo de lixo legislativo e regulamentar há-de sair daquelas remontas de cabeças ebúrneas, todo o género de trapalhada, toda a inutilidade que só pode verdadeiramente nascer de uma genuína dedicação burocrática à "coisa pública". Deve ser por lapso que no léxico jurídico aparece a designação "portaria" em vez de "porcaria" (sem ofensa aos recos).
O zumbido e o ronco chafurdeiro em torno do monturo só verdadeiramente se interrompe com intervalos e distracções nessa incessante actividade coprofágica e copropoiética, razão suficiente para cada assessor dever receber, na tomada de posse, a colecção completa do Cruzadex e 50 puzzles de 5000 peças – podendo assegurar-se que os resultados seriam incomensuravelmente melhores do que são (e decerto menos agressivos ao olfacto).
O zumbido e o ronco chafurdeiro em torno do monturo só verdadeiramente se interrompe com intervalos e distracções nessa incessante actividade coprofágica e copropoiética, razão suficiente para cada assessor dever receber, na tomada de posse, a colecção completa do Cruzadex e 50 puzzles de 5000 peças – podendo assegurar-se que os resultados seriam incomensuravelmente melhores do que são (e decerto menos agressivos ao olfacto).
Há por aí assessores dedicados a blogues? A tempo inteiro? Que maravilha! Todos os assessores de todos os governos, presentes ou futuros, deveriam dedicar-se em exclusivo a essas tarefas. Ao menos os blogues não são imperativos, não procuram interferir connosco sem justificações e com presunções de conhecimento, e deixar de lê-los não nos expõe a coimas – ou pior. Mais ainda, não deixam, do Estado Português, o rasto embaraçoso que designamos por Diário da República.
Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010
Querem liberdade de expressão ilimitada?
Onde começa e acaba a Liberdade
Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010
Sábado, 13 de Fevereiro de 2010
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Jogos de poder mais do que corrompido

No dito tempo da "outra senhora", a liberdade de expressão dos média sabia de antemão até onde podia ir. Por esse motivo, o seu papel estava previamente definido, mas nem por isso quem sabia o que escrever e era inteligente deixava de publicar seu artigo, ludibriando o, por vezes inepto, "lápis azul".
Desde os anos 60, com o eclodir da Guerra Colonial, as atenções do dito lápis centraram-se em informações sobre a conflito que envolvia nosso país, cujas informações seriam merecedoras de cuidados especiais mesmo em estados tidos como democráticos. Ver guerra do Vietname e, mais recentemente, as do Golfo como exemplo.
Os mais recentes e ruidosos casos de publicação de escutas resultam de várias subversões que apenas poderiam ter lugar num regime decadente. Primeiro, a fuga de informação de um órgão público para os média: até que ponto há boa-fé na fonte? Que funcionário judicial é esse que trai caladinho como um rato a instituição e respectivas regras de conduta em relação às quais se comprometeu? E até que ponto muitas vezes os conteúdos dessas escutas não são "editados" com intenções bem específicas?
Por outro lado, temos as intenções espúrias e arbitrárias dos alegados prevaricadores que vão buscar ao nosso obscuro e mal-elaborado Direito fundamentos para escapar ao material, ainda que de qualidade duvidosa, que pode pôr em causa a sua impunidade e nepotismo e revelar suas trafulhices e intenções indecorosas.
Ambos os lados fazem parte de um jogo de dados viciados, no qual não há vítima nem algoz, não há inocentes, pois culpados são e somos todos por vivermos e termos degenerado para uma sociedade na qual a má-fé faz prova ou pretende eliminá-la, consoante sua posição no tabuleiro do xadrez.
Só um aparte em relação ao semanário "Sol", tanta tiragem, venda e edições especiais cobrem todos os prejuízos advindos das ameaças vãs e patéticas de prevaricadores desacreditados. A bem da Nação? Só por acidente, pois a colheita vai toda para os bolsos do respectivo conselho de administração, o qual não será bem decerto parte desinteressada no jogo político em causa.
Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Futebol como reflexo da sociedade e do país
Excerto ilustrativo de como o que se passa nos clubes, e não é apenas no FC Porto, é o espelho da mentalidade de quem nos (des?)governa. Isto independentemente de, por vezes, terem de se correr riscos para lá dos orçamentos e dos défices.
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Estudemos a Monarquia do Norte
Para que a história contemporânea do Porto não fique circunscrita ao propalado 31 de Janeiro, para que se desmitifique os clichês republicanistas que envolvem a Invicta e o Norte do país e se faça um pouco de História sobre um episódio da I República com o Porto e o Norte como palcos principais, foi criado A Monarquia do Norte.
Também se trata de uma homenagem a um grupo de homens, cujo carácter e abnegação infelizmente vejo extintos nos dias de hoje, que tentou regenerar o País e pôr termo à decadência e miséria que caracterizaram a I República no ano em que se celebra (assim mesmo sem aspas e com muita pompa e curcunstância) o seu Centenário.
Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
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