... da campanha eleitoral para as eleições que se seguem, sejam elas europeias, autárquicas ou o Diabo que as carregue. Haja matéria orgânica.
domingo, 31 de maio de 2009
Imagem ilustrativa...
... da campanha eleitoral para as eleições que se seguem, sejam elas europeias, autárquicas ou o Diabo que as carregue. Haja matéria orgânica.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
A panela das "causas sociais" e o discurso do costume
MEP nas europeias para dar voz aos que defendem causas sociais
Concluímos então que os "mais frágeis" são mais desprotegidos nos "momentos de crise". Os mais frágeis são os mais apetecíveis nos "momentos" de campanha. Nos "momentos de crise" mais frágeis ficam, logo mais apetecíveis se o "momento de crise" for "momento" de campanha.
Logo, podemos concluir que os "mais frágeis" beneficiam do destaque fruto do "momento"? Não, pois o "momento" acaba com a campanha. Entretanto mais alguém se safou bem ou terá mesmo sido eleito à conta dos "mais frágeis", "momentos de crise" e "causas sociais", seja lá o que tudo isso for. Pois dessas "causas" todos falam em momentos diversos, mas em momento algum a "causa" passa a consequência. Aliás nem importa pois ninguém parece saber nem estar interessado em saber uma porra do que fala. Nem convém desenvolver muito a coisa, pois a verdade pode não ser simpática nem para os "mais frágeis" nem para a campanha e muito menos para as "causas sociais"...
domingo, 17 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Bem cita a Susana Barbosa Aristóteles:
«Segundo Aristóteles, a actividade jurídica e a política estão unidas à moral, uma vez que o fim último da política é a virtude, isto é, a formação moral dos cidadãos, e o fim último do Estado é proporcionar o conjunto dos meios necessários a essa formação. Nesta perspectiva, o Estado é também um organismo moral, condição e complemento da actividade moral individual. Moral e política serão a mesma coisa? Não. A Política destina-se à educação da colectividade (moral social), enquanto a ética se destina à educação individual (moral individual).
É por isso que o Estado é superior ao cidadão, a colectividade ao indivíduo, o bem comum ao bem particular. Só através do Estado se realiza a satisfação de todas as necessidades, pois o ser humano, sendo naturalmente um ser vivo social (da polis, ser político), não pode aperfeiçoar-se sem o apoio da comunidade.
Contudo, a insídia e a tendência corruptível inerentes à natureza humana aproveitariam facilmente o desvirtuamento e a deturpação do princípio aristotélico da polis (e não do Estado, convenhamos). Por isso, mencionemos como inspiração viável o mestre antecessor, Platão, o qual não teve pejo em criar a separação das águas essencial para o bem comum: a autoridade e as actividades económicas. Assim, uma elite de serviço público, por esse mesmo facto de ser uma elite estava eximida de se envolver nas actividades produtivas, comerciais e especulativas e, por outro lado, a elite económica estaria por sua vez livre de preocupações políticas.
«Segundo Aristóteles, a actividade jurídica e a política estão unidas à moral, uma vez que o fim último da política é a virtude, isto é, a formação moral dos cidadãos, e o fim último do Estado é proporcionar o conjunto dos meios necessários a essa formação. Nesta perspectiva, o Estado é também um organismo moral, condição e complemento da actividade moral individual. Moral e política serão a mesma coisa? Não. A Política destina-se à educação da colectividade (moral social), enquanto a ética se destina à educação individual (moral individual).
É por isso que o Estado é superior ao cidadão, a colectividade ao indivíduo, o bem comum ao bem particular. Só através do Estado se realiza a satisfação de todas as necessidades, pois o ser humano, sendo naturalmente um ser vivo social (da polis, ser político), não pode aperfeiçoar-se sem o apoio da comunidade.
Contudo, a insídia e a tendência corruptível inerentes à natureza humana aproveitariam facilmente o desvirtuamento e a deturpação do princípio aristotélico da polis (e não do Estado, convenhamos). Por isso, mencionemos como inspiração viável o mestre antecessor, Platão, o qual não teve pejo em criar a separação das águas essencial para o bem comum: a autoridade e as actividades económicas. Assim, uma elite de serviço público, por esse mesmo facto de ser uma elite estava eximida de se envolver nas actividades produtivas, comerciais e especulativas e, por outro lado, a elite económica estaria por sua vez livre de preocupações políticas.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
"Dia do Pagador"
Maio, como de costume, entra soalheiro bem de feição às criaturas de Deus se sentirem em plena Primavera a anunciar os dias prazenteiros de Verão. Em plena entrada, celebra-se o facto de um grupo de operários em Chicago ter iniciado uma marcha por direitos vários, salientando-se o da carga horária máxima de oito horas por dia. Os trabalhadores tornaram-se mártires naquela que iria ser denominada de Revolta de Haymarket.
Apesar de todo o folclore e sounbytes das associações sindicais poderem indicar que as causas em questão continuam em vigor, muitos conceitos são anacrónicos e desvirtuados. Hoje faria muito mais sentido o "Dia do Pagador". Pagador de impostos, dívidas e extorsões várias e abusivas seja por parte do Estado ou privados de capital estatal - como se usa muito nos governos neo-socialistas como o nosso. Quanto ao trabalho, a jornada das oito horas passou a ser apanágio dos privilegiados, pois os outros não podem dar-se ao luxo de abdicar das restantes e manifestações só se for para não as perder. De explorado, o trabalhador passou a escravo e ainda se ri porque julga que compra muitas bugigangas, anda de carro e vai de férias para as Maldivas. Quando ameaçam tirar-lhe a casa, aí por vezes ele acorda...
Apesar de todo o folclore e sounbytes das associações sindicais poderem indicar que as causas em questão continuam em vigor, muitos conceitos são anacrónicos e desvirtuados. Hoje faria muito mais sentido o "Dia do Pagador". Pagador de impostos, dívidas e extorsões várias e abusivas seja por parte do Estado ou privados de capital estatal - como se usa muito nos governos neo-socialistas como o nosso. Quanto ao trabalho, a jornada das oito horas passou a ser apanágio dos privilegiados, pois os outros não podem dar-se ao luxo de abdicar das restantes e manifestações só se for para não as perder. De explorado, o trabalhador passou a escravo e ainda se ri porque julga que compra muitas bugigangas, anda de carro e vai de férias para as Maldivas. Quando ameaçam tirar-lhe a casa, aí por vezes ele acorda...
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