terça-feira, 3 de abril de 2007

Propaganda de moi même para com uncle Rudy (palavra que não foi ele que me pediu!)


Não sei se Rudy Giuliani terá feito marosca com a licenciatura dele, como se suspeita de alguém que bem conhecemos, mas que ainda assim o preferia a todos os outros candidatos das primárias, secundárias ou o Diabo a sete, isso preferia. Mesmo com todos os PhD, Doctor degrees and so on que eles possam ter. É uma das muitas razões que me dão uma certa pena os EUA não estenderem a eleição deles para o resto do mundo. Abaixo a soberania americana!

10 comentários:

Sininho disse...

Marosca? Desconfiança? Licenciaturas a martelo?
Mas aonde quererás tu chegar, que nem imagino?

Pedro disse...

Realmente, para o que me havia de dar! Isto já devem ser reflexos pascoais.

Rui Corrêa disse...

Bem o processo eleitoral devia ser complicado. E depois os americanos não são muitos bons a contar votos.
Mas se Rudi Giuliani ganhar as eleições presidenciais espero que consiga fazer, ao nível dos EUA, um bom trabalho como fez na Big Apple.
Quando ao resto do mundo se verá. Mas não será pêra (ou maçã) doce.

Pedro disse...

Pois, se há coisa que o mundo não é, é pêra doce.

pequena papoila disse...

Uncle Rudy (in the Land of Uncle Sam) tem sempre um sorriso, como de quem está bem com a vida 'et avec lui-même, n'est ce pas?'
Pode ser que o ar radioso e confiante, assim como, o bom desempenho em NY City, lhe tragam generosas vantagens eleitorais.
Abaixo a soberania americana, ;) e Acima a soberania global! :S
Isto hoje, é só disparates...:P de moi-même... :D

Áurea

Pedro disse...

Pois, Áurea, tristezas não pagam dívidas! Façamos um abaixo-assinado para uma união global (ma non troppo...).

Filipe Brás Almeida disse...

Penso que não deveres ter pena nenhuma do processo eleitoral Americano estar 'restrito' apenas ao povo Americano. Caso contrário e se esta tivesse aberto ao mundo, o Partido Republicano perderia praticamente toda a sua viabilidade política.

Já eu posso dizer com toda a convicção que tenho imensa pena que o processo eleitoral Americano não esteja aberto ao mundo.

Filipe Brás Almeida disse...

deveres => deves

Pedro disse...

Filipe,
Se te referires ao Partido Republicano do Bush e dos evangélicos ortodoxos do Sul, não só a Europa não os quer para nada como eu ainda menos os quero.
Agora se te referires às origens políticas dos Republicanos, que originalmente detinham as opções de voto do eleitorado "mainstream" do Norte dos EUA - hoje em dia representados em parte pelo grupo "Republicans for Choice" e pela facção mais conservadora dos Democratas - aí a história já é outra.
A pena que eu tenho é precisamente nós europeus não podermos reformar aquilo em que se tornou a direita americana. Pois eu, ao contrário dos típicos conservadores da facção de Bush, abomino a pena de morte, defendo a liberdade e os direitos civis das minorias e o aborto até às 10 semanas legalizado (o que não implica a liberalização em hospitais públicos). Por isso eu não sinto a falta dos Partido Republicano na Europa tal como ele hoje é entendido, mas sim lamento o facto de a Europa não poder exercer a sua influência, com muita pena dos americanos dos estados do Norte - muitos deles não se revêem em ambos os partidos por causa destes factores.

Filipe Brás Almeida disse...

Concordo muito com essas ideias.

«A pena que eu tenho é precisamente nós europeus não podermos reformar aquilo em que se tornou a direita americana.»

Bem «dizido». :-)

Acho que vou expandir este ideia para fazer uma crítica ao Autoritarismo crescente no Partido Republicano. Vou esperar que passe a Páscoa.