sexta-feira, 30 de março de 2007

Chesterton, sempre...

A propósito de um post provocador em que coloco algumas questões, impunha-se este poema de Chesterton, ele próprio um convertido.


THE CONVERT
G.K. Chesterton

After one moment when I bowed my head
And the whole world turned over and came upright,
And I came out where the old road shone white,
I walked the ways and heard what all men said,
Forests of tongues, like autumn leaves unshed,
Being not unlovable but strange and light;
Old riddles and new creeds, not in despite
But softly, as men smile about the dead.

The sages have a hundred maps to give
That trace their crawling cosmos like a tree,
They rattle reason out through many a sieve
That stores the sand and lets the gold go free:
And all these things are less than dust to me
Because my name is Lazarus and I live.

8 comentários:

Filipe Brás Almeida disse...

Chesterton rula bués, por acaso.

Há algum tempo que ando à procura de obras dele em inglês. Traduzidas perdem quase toda a graça.

Pedro disse...

Pois aqui tens uma série delas na versão original:
http://www.cse.dmu.ac.uk/~mward/gkc/books/index.html

Filipe Brás Almeida disse...

Mille Grazie.

Pedro disse...

De niente!

pequena papoila disse...

Muito a propósito nesta altura do período da Quaresma e subsequente glorificação com a Páscoa!

No poema de Chesterton, apreende-se o seu desapego e despojamento pelo materialismo e superficialidade, sendo iluminado pelo verdadeiro significado da espiritualidade.

Áurea

Pedro disse...

Com umas amêndoas e pão-de-ló e um bom vinho do Porto então é que fica mesmo a matar!

pequena papoila disse...

Então e o folar? Um esquecimento imperdoável... assim como, o cabritinho no forno e outras iguarias que tais!

Áurea

Pedro disse...

O folar dispenso eu bem. Agora o cabritinho assado no forno... Áurea é mesmo marotice sua fazer água na boca de um gordinho uma coisa dessas - mas pecar por pecar que seja com um bom maduro tinto!