quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Para acabar com a preocupação dos custos do aborto no SNS...

In DN Online
'Pílula abortiva' entra na lista de medicamentos essenciais da OMS Organização Mundial de Saúde considera RU486 e misoprostol eficazes e seguros
(...)
Permitiria fazer abortos em ambulatório e, mesmo em casos de gravidez mais avançada - quando há interrupção por malformação, que pode suceder até às 24 semanas - poder-se-ia combinar a RU com o misoprostol, programando o momento da expulsão." Para a especialista, a disponibilização do medicamento "é um dos anseios dos médicos desta área". Haverá até intenção, por parte de alguns obstetras, de solicitar o licenciamento da RU486.
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3 comentários:

Sininho disse...

O que diz a Ex.ma Senhora D. Fernanda Câncio não me merece qualquer credibilidade.
Estas substâncias, foram referidas por obstetras a favor do "sim", como perigosas para a saúde.
Não sei em que é que ficamos.
Ficaremos, certamente, no que for mais barato para o Ministério.
A Saúde, que se lixe, é o que é.
Por aqui se vê a idoneidade desta gente.

Pedro disse...

Sininho
Eu não tenho simpatia alguma pela Fernanda Câncio, nem política nem pessoal. O que está aqui em causa é o parecer da OMS. Será que não merece credibilidade? Eu não tenho conhecimento de nenhum facto que a descredibilize. Posso estar enganado ou desactualizado. Nesse caso dou o braço a torcer.

Sininho disse...

O que ouvi, àcerca das substâncias referidas, foi num dos últimos debates sobre o aborto.
Ali, foi afirmado, por um obstetra, que a forma mais segura (com menos riscos para a saúde da mulher) seria uma intervenção feita pelo método de "aspiração".
As drogas citadas comportariam o risco de hemorragia.
Foi a opinião de um entendido na matéria.
Nessa altura, lembrei-me de como tinham sido divulgados esses medicamentos, pelas "women on waves", tempos atrás.
Quem fala verdade ou quem falta a ela, é o que não posso garantir.
Muita coisa é dita, para agradar a "plateias".
Sabemos que a Fernanda Câncio pertence ao grupo de apoio ao governo.
E também sabemos que o Ministério da Saúde corta no que pode e não pode...
A OMS terá dito, exactamente o que veio publicado?
Eu sinto-me sujeita a tanta manipulação, que estou, sempre, de pé atrás...