Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010
Domingo, 26 de Dezembro de 2010
O Natal e coisa e tal...
Este ano não pus posts sobre o Natal nem de "boas-festas", simplesmente porque não me apeteceu estar com essas merdas.
A Páscoa e o S.João não hão-de falhar, caraças! Pelo menos, esses não envolvem um velho de fartas barbas brancas vestido de... vermelho!
A Páscoa e o S.João não hão-de falhar, caraças! Pelo menos, esses não envolvem um velho de fartas barbas brancas vestido de... vermelho!
Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010
Pena e Espada: Comentário ao seminário sobre as direitas
Pena e Espada: Comentário ao seminário sobre as direitas: "José Pedro Zúquete A defesa da lusofonia, normalmente recusada por um “novo nacionalismo” por oposição a uma atitude reaccionária, é uma p..."
Domingo, 12 de Dezembro de 2010
Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
O mito da Lusofonia
A Globalização, em todos os seus aspectos, deu origem às ilusões mais díspares, mas o mais incrível foi criá-las em elos tão fracos, como o nosso actual jardim à beira-mar plantado. O mito do Sebastianismo e do V Império de súbito ganhou nova força, alimentado, não pela honesta e comovente bibliografia de até aos anos 60, mas sim por aquilo que muita gente entende como o "encurtar" da distância geográfica e virtual entre as antigas "Províncias do Império", por meio das novas tecnologias, as quais acenderam uma fé desesperada e sonhadora naquilo a que chamam de Lusofonia, como se esta fosse algo possível de ser religado num todo coerente e homogéneo, constitutivo de um "Império português". Esse delírio vai tendo como suporte os mais variados blogues e outros espaços virtuais.
A doce ilusão antidepressiva de uns e o coma alucinogéno de outros impede que se deparem com realidades tão simples como a irreversibilidade dos efeitos do modo como foi feita a descolonização africana e o respectivo direito de esses povos seguirem o seu destino, o qual apenas passa pela Lusofonia quando lhes dá vantagens económico-financeiras óbvias. Angolanos e moçambicanos querem a rica e vantajosa Commonwealth. Quanto aos antigos "colonizadores", basta ver alguns manuais escolares desses países para constatar aquilo que se ensina e aprende sobre a dita Lusofonia e descortinar o "futuro promissor" que esta terá.
Quanto ao Brasil, o Grito do Ipiranga foi tão justo quanto irreversível. Se há uma língua que nos une, há um imenso oceano que nos separa e outro oceano de assimetrias geográficas, de riquezas naturais e diferenças culturais inultrapassável. Os nossos destinos não se podem cruzar sem fazer valer a lei da natureza: o gigante engolindo o mais pequeno, com as consequências previsíveis: não prevaleceria Lusofonia nenhuma e economicamente ninguém dá nada a ninguém!
Todos estes povos me merecem o mais sincero respeito, e por isso mesmo acho que eles têm todo o direito a se rirem dos sonhos que vêm das ruínas do "Império".
O maior feito português será sozinho e com seus próprios meios reconstruir algo do que resta de suas ruínas.
Domingo, 5 de Dezembro de 2010
"Maravilhas" do mundo moderno
Dissidente.info: Por uma cidade de dimensão humana: "«O urbanismo sofre desde há cinquenta anos a ditadura da fealdade, do sem-sentido e do curto prazo: cidades-dormitório sem horizonte, zonas..."
Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010
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