quinta-feira, 30 de agosto de 2007

A Sábado

Exceptuando os sempre imperdíveis artigos de Sérgio Figueiredo e de Alberto Gonçalves, vejo a revista Sábado de semana para semana a cair na vulgaridade saloia que domina a imprensa nacional e no esquerdismo visionário ecologista, que também abundam por aí neste país editado à esquerda. É pena, pois não vai há muito que constituía uma alternativa interessante ao resto das publicações semanais. E cada publicação deve ser uma alternativa a todas as outras, ao contrário do que acontece no panorama da nossa Imprensa. Começo a dar razão aos receios manifestados por muita gente, aquando da saída de João Marcelino da Sábado para o DN.

sábado, 25 de agosto de 2007

O povo é sereno...

Até sempre, professor!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Quem vai pagar por isto?

João Menezes, 56 anos, proprietário, após ver seus campos lavrados barbaramente destruídos por uma corja de vândalos ecofascistas:
"É a minha única fonte de rendimento. Alguém tem de pagar por este prejuízo."
Resposta do líder dos energúmenos:
"Ele é vítima do lóbi dos transgénicos. Se quiser mudar a plantação para milho biológico, nós fornecemos toda a matéria-prima necessária."
Pergunto eu, que ligações tem este líder de um grupo de desordeiros com a dita "agricultura biológica" para poder garantir o fornecimento de "toda a matéria-prima necessária" para um campo de muitos e muitos hectares? Que gente será esta da agricultura biológica?
Fonte: Expresso (nº1816)

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Aljubarrota


14 de Agosto de 1385
Nada mais que uma data cuja memória se perdeu há muito no mofo do tempo ido. Tão ido e tão efémero como a paixão. Neste caso por uma bandeira e respectivas armas.

sábado, 11 de agosto de 2007

Férias? Isso é que era bom!

Aqui o Café tem andado este mês muito pouco activo, à semelhança de grande parte da blogosfera, contudo por razões bem diferentes desta. Ao contrário de outros espaços que abrandam e/ou interrompem a actividade pelo facto de irem de férias, aqui com o Café ocorre precisamente o contrário. É nesta altura do ano que mais trabalho o respectivo autor tem. Isto para não dizer que a pasmaceira e todas as outras caracterísitcas da silly season são para mim muito pouco inspiradoras.
Aguardemos por melhores dias, então.